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Presidente da UVP é reeleito com mais de 300 votos de vantagem sobre o candidato da oposição

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Timbaúba, Josinaldo Barbosa (PTB), foi reconduzido neste sábado (25) para o cargo de presidente da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP).

A eleição foi realizada na cidade de Bonito durante o Congresso de Vereadores e Servidores de Câmaras Municipais.

Josinaldo obteve 601 votos, derrotando por uma diferença de mais de 300 sufrágios o candidato da Oposição, André Valença (PSD), presidente da Câmara de São Bento do Una.

“A vitória de Josinaldo é um reconhecimento à sua liderança, que se consolidou ao longo de seu mandato na presidência da UVP. Essa larga conquista, que reuniu toda a base da representação municipal, dá mostras da sua capacidade de articulação”, declarou o senador Armando Monteiro (PTB) ao festejar a vitória do correligionário.

“Josinaldo é uma liderança valorosa e o PTB se honra em tê-lo em nossos quadros”, acrescentou.

A expressiva vitória do atual presidente deixou surpresos os seus próprios aliados porque ele fez uma gestão tímida à frente da UVP, que tinha muito mais “vida” quando foi presidida pelos ex-vereadores João Batista Rodrigues (PR-Triunfo) e Severino Farias Filho (PSB-Surubim).

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PSDB de SP não vai ceder a vaga para Márcio França

Coluna Fogo Cruzado – 25 de março

O então vice João Lyra Neto assumiu o Governo do Estado em 2014 como sucessor de Eduardo Campos, mas foi impedido de concorrer à reeleição

Muito se discute, hoje, dentro e fora do PSDB, se o partido apoiará para o governo de São Paulo em 2018 o vice-governador Márcio França, filiado ao PSB. França deverá assumir o governo do mais rico e populoso estado da Federação em abril do próximo ano quando o governador Geraldo Alckmin desincompatibilizar-se para disputar a presidência da República. Natural, portanto, que já estando à frente do Palácio dos Bandeirantes, lhe seja facultado o direito de concorrer à reeleição. Ocorre, entretanto, que São Paulo é o mais tucano dos estados e a cúpula nacional do PSDB não parece disposta a ceder a vaga ao atual vice, mesmo em troca do apoio do PSB (partido dele) à candidatura de Geraldo Alckmin. É o que o prefeito da capital, João Dória, tem deixado claro perante os seus interlocutores. O mais provável é que o PSDB faça com França o que o PSB fez em Pernambuco em 2014 com o então vice João Lyra Neto: assume o governo estadual, como sucessor de Eduardo Campos, mas não disputa a reeleição.

Moro já não é mais unanimidade

O prestígio do juiz Sérgio Moro ainda é alto no Brasil, mas ele não é mais a unanimidade que era dois anos atrás quando começou a mandar para a cadeira os “tubarões” alcançados pela Lava Jato. O magistrado tem cometido algumas besteiras, como determinar a coerção coercitiva de Lula, vazar o áudio de uma conversa dele com Dilma Rousseff e intimidar um blogueiro para revelar a fonte de uma notícia que ele não estava obrigado a fazê-lo por estar amparado pela Constituição.

Mostro moral – O ministro Édson Fachin, relator dos processos da Lava Jato no STF, autorizou a Polícia Federal a ouvir o depoimento de Sarney, Renan Calheiros e Romero Jucá sobre a delação de Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro, que os acusou da tentativa de obstrução da Justiça. Machado, que era assíduo freqüentador da casa de Sarney, em Brasília, foi chamado pelo ex-presidente de “monstro moral”.

Separação – O ministro Herman Benjamin vai mesmo levar a julgamento no TSE, ainda este semestre, o processo em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma/Temer por abuso de poder político e econômico. A jurisprudência da Corte é no sentido de que, cassando um, tem também que cassar o outro, porque, para efeito da Justiça Eleitoral, a chapa é “una”, ou seja, indivisível.

Prejuízo – A União Europeia e mais 14 países já suspenderam temporariamente a compra de carne ao Brasil devido à espetaculosa operação da Polícia Federal chamada “Carne Fraca”. Até o nome contribuiu para que os nossos frigoríficos passassem a ser encarados com desconfiança, fato que vai lhes custar pelo menos cinco anos para recuperar a clientela perdida.

Cara própria – A circulada que o governador Paulo Câmara fez pelo Sertão neste final de semana dentro do programa “Pernambuco em ação” contribuiu enormemente para dar uma identidade ao governo dele, que ainda não tinha. O governador vinha se mantendo à sombra do seu mentor político, Eduardo Campos, mas agora vai caminhar com as próprias pernas.

Carinho – Em sua passagem ontem por Floresta, o governador afagou os três grupos políticos em que a cidade de divide. Almoçou com o deputado Rodrigo Novaes (PSD), vice-líder do governo na Assembleia Legislativa, e depois fez uma visita de cortesia à ex-prefeita Rorró Maniçoba (PSB), mãe do deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB), e ao prefeito Ricardo Ferraz (PRP).

Porta aberta – O deputado Sílvio Costa aproximou-se tanto do ex-presidente Lula nos últimos dois anos que sua eventual saída do PTdoB para se filiar ao PT seria encarada com naturalidade. Ele leva a sério o projeto de disputar uma candidatura majoritária em 2010, de preferência o Senado, para botar a campanha nas ruas como “o senador de Lula”.

Abuso – Está pronto para entrar na pauta de votação do Senado o projeto de lei de “abuso de autoridade”. Se aprovado, valerá para juízes, promotores, policiais civis “e até para o guarda da esquina”, como diz o senador Roberto Requião (PMDB-PR), relator do projeto na CCJ.

Hospital – No mesmo dia (quinta) em que Paulo Câmara anunciou em Serra Talhada que vai iniciar a construção do Hospital Regional do Sertão, choveram denúncias a este Blog sobre as precárias condições em que se encontra o Hospital Regional do Agreste (Caruaru), onde pacientes são atendidos nos corredores, quase todos os dias, por falta de leitos.

Protesto – O Movimento Brasil Livre (MBL) e a torcida organizada do “Vem pra rua” farão neste domingo (26), na orla marítima de Boa Viagem, um “protesto a favor”. Seus militantes sairão às ruas para apoiar a Operação Lava Jato, o que parece algo desnecessário porque esta Operação não está sob nenhum tipo de ameaça ou questionamento. O que ela precisa fazer é concluir os seus trabalhos, o que não ocorrerá antes de 2022.

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Roberto Jefferson leva o PTB para Geraldo Alckmin

O presidente nacional do PTB, ex-deputado Roberto Jefferson, garantiu nesta sexta-feira (23) que seu partido vai apoiar para presidente da República o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB).

O ex-deputado, que foi cassado pela Câmara Federal após o episódio do “mensalão”, pretende mudar seu domicílio eleitoral do Rio de Janeiro para São Paulo para concorrer a uma cadeira no Congresso. O PTB tem 25 deputados federais (dois em Pernambuco) e dois senadores.

O presidente do PTB de São Paulo, deputado Campos Machado, concorda com Roberto Jefferson. Disse ele à Agência Estado: “Eu, que sou secretário-geral do PTB (nacional), já estou aqui (com Alckmin). Agora vem o presidente do partido (Roberto Jefferson). Mas o movimento é nacional. Já levei ao Palácio dos Bandeirantes deputados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Piauí e até o senador Armando Monteiro (PE). Estamos afinados com o Brasil inteiro”, disse Campos Machado.

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FHC diz ao “Estadão” que tucano mais “bem posicionado” para 2018 é Geraldo Alckmin

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse ao jornal “O Estado de São Paulo” desta sexta-feira (24) que o tucano “mais bem posicionado” para disputar a eleição presidencial de 2018 é o governador Geraldo Alckmin.

Com isso, o ex-presidente descartou a candidatura do prefeito de São Paulo, João Dória, que começa a ganhar corpo dentro do próprio PSDB por se apresentar como “gestor” e não como “político”.

Veja trechos da entrevista:

Estadão – Como o sr. vê os políticos que se colocam como não políticos?

FHC – Tem muitos aí e vão continuar fazendo isto. O momento é para o não político, mas é político. O que é político com “P” maiúsculo? Alguém que inspira, que pode conduzir. Se você for um gestor, você não vai inspirar nada. Tem que ser líder, e líder é alguém que inspira o caminho, certo ou errado, aí cada um vai dizer. No caso, quem ganha eleição, inspirou de alguma maneira. Vai inspirar o Brasil? Não é simples.

Estadão – João Dória pode ser um nome do PSDB para a disputa presidencial de 2018?

FHC- Ele diz que não é, e eu acredito nele. Os outros três pré-candidatos (Geraldo Alckmin, José Serra e Aécio Neves) são citados na Operação Lava Jato. Não dá para prever o nome do partido antes de ver o que vai acontecer, é precipitado. Eu me guardo.

Estadão – Em entrevista a este Jornal no ano passado, o senhor disse que o José Serra era o nome mais bem posicionado para 2018. O Geraldo Alckmin é o mais bem posicionado hoje?

FHC- Se você olhar nos dias de hoje, sim. E o Dória apoia o Geraldo. Ele (Doria) disse a mim recentemente e eu acho que é verdade. Ele apoia o Geraldo. O balão (de Geraldo) está subindo, então todo mundo começa a apostar. Agora, será o Geraldo? Não sei. Primeiro, eu não tenho força no partido, eu não sou um homem do PSDB, eu não sou da máquina. Tudo isso vai depender do que vai acontecer nos próximos meses.

Estadão – Por que Alckmin está melhor posicionado?

FHC- O Alckmin tem um fator de poder na mão: ele é governador de São Paulo. Ele tem uma força grande, ele tem mais estrutura na mão. Agora, isso é decisivo? Não. Depende do clima, do que vai acontecer. No fim, o PSDB, como sempre fez, pode ter três ou quatro candidatos e vai afunilar. Não sei se vai afunilar, não vai, se vem outro e faz aliança, se haverá a questão do outsider (Dória).

Estadão – O Alckmin está pressionando o PSDB para precipitar as prévias. O senhor apoia essa demanda?

FHC – Ele não vai precipitar. O PSDB não tem razão para precipitar. O Lula já está se precipitando porque tem necessidade de ser candidato para manter coesão do PT e para dizer que está sendo perseguido. Já o PSDB, eu acho que tem que ter um candidato com tempo suficiente para se organizar. Tem que deixar passar essa tempestade na qual estamos. Quem é acusado de quê? Ninguém sabe. Por enquanto, é só ouvi dizer.

Estadão – O senhor teme que o Geraldo Alckmin saia do PSDB (para se filiar ao PSB?).

FHC- Não, o Geraldo é um político de lealdade. Ele não vai sair. Ele vai tentar aliança com outros partidos, como é natural que o faça. Ele vai lutar dentro do PSDB.

Estadão – Há um acordo de “salvação nacional” entre os investigados na Lava Jato?

FHC – Ninguém vai se salvar às custas de passar uma borracha. Não dá. Mas temos que pensar no futuro do Brasil. E pensar com quem? Com quem não está comprometido com os malfeitos. Chegou o momento no Brasil em que precisamos olhar para frente.

Estadão – O senhor gravou um vídeo no qual critica a lista fechada e declara que cabe à Justiça julgar se há crime eleitoral. É uma crítica ao projeto de anistia do caixa dois?

FHC- Certamente é. Qualquer tentativa de anistiar não vai dar certo porque a sociedade não vai concordar. Além do mais, desde uma nota que eu dei lá da Europa, que era a respeito de uma crítica ao Aécio (delator da Odebrecht teria afirmado que senador por Minas recebeu R$ 9 milhões por meio de caixa dois a pedido do próprio senador), que não era verdadeira porque o Aécio disse que não fez, eu disse: “Além disso, tem que dar prevalência à Justiça”. Segundo, a Justiça vai ter que separar os vários tipos de crime. Eu não usei crime para (classificar) caixa dois. “É algo errado que tem que ser punido”, eu disse. “Errado”, que tem que ser punido, é um delito. Mas é separado. Eu te mato, é uma coisa, e dou uma surra nele, é outra coisa. Os dois estão errados: dar surra ou matar. Mas é diferente. Então foi isso que eu disse. Aquela nota foi lida, porque estava num momento tenso no Brasil, como se eu quisesse borrar os malfeitos. Não era essa a intenção. Era: “Há malfeitos e malfeitos, vamos distinguir”. Quem foi que disse a mesma coisa que eu? Uma pessoa que não conheço, o Deltan Dallagnol (coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato). Ele disse: “Nós não estamos visando o caixa dois, nós estamos visando a corrupção”. Pode ser no caixa um, no caixa dois, ou fora deles. Isso quer dizer que o caixa um ou caixa dois não sejam passíveis de punição? É passível. Mas não sou eu quem julga se é caixa um ou caixa dois, se é corrupção, se não é, é a Justiça.

Estadão – Qual sua opinião sobre a lista fechada?

FHC- Nunca tive alinhamento com a lista fechada. Isso era uma ideia do PT. Se for lista fechada, eu prefiro o sistema belga. A lista é fechada, mas o eleitor escolhe a ordem. Porque se não você está na mão dos caciques. Mas a minha maior dúvida é outra: não tem partido no Brasil. Eu vi recentemente uma pesquisa. Tem mais ou menos três partidos que o povo conhece: o PT, o PMDB e PSDB, e um pouquinho do PSOL. O resto é nada. Você vai fazer o povo escolher entre esses três?

Logo que leu a entrevista de FHC, o prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), declarou à Agência Estado: “Respeito muito o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mas eu só lembro que ele previu que eu não seria eleito nas prévias para ser candidato pelo PSDB. Apoiou outro candidato, o que não muda minha admiração. Ele mesmo já confessou que, quando comecei campanha para prefeito de SP, acreditava que eu não seria eleito. Venci as duas. Os dois primeiros prognósticos do FHC ele errou”.

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Antonio Campos recorre à Lei de Acesso à Informação para obter dados sobre Olinda

Com base na Lei de Acesso à Informação, o advogado Antônio Campos protocolou requerimento na Prefeitura de Olinda solicitando dados sobre como o prefeito Professor Lupércio (SD) encontrou as finanças do município.

O prefeito respondeu o requerimento no prazo de 15 dias, mas sem as informações solicitadas. Ele disse que não foi possível, ainda, coletar todos os dados sobre a gestão do seu antecessor, Renildo Calheiros (PCdoB), e pediu mais prazo para fazê-lo, sem, no entanto, estabelecer data.

“Tiveram 60 dias de transição e lá se vão quase 90 dias de gestão e não foram divulgados sequer números parciais sobre a situação da Prefeitura”, reclamou o advogado, que perdeu a disputa no segundo turno para o atual prefeito.

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Prefeitura de Jaboatão abre processo simplificado para contratação de médicos

O prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PR), autorizou nesta sexta-feira (24) a Secretaria Municipal de Saúde a realizar uma seleção simplificada para contratação de médicos.

Há vagas para médico psiquiatra (9), infectologista (1) e Programa Saúde da Família (10), além de condutor de ambulância do SAMU (31), totalizando 51 profissionais.

O edital foi publicado ontem (23) no Diário Oficial do Município e as inscrições poderão ser feitas até o dia 5 de abril próximo através do site www.jaboatao.gov.br.

Segundo a assessoria do prefeito, a contratação dos 20 médicos das três áreas garantirá que 100% das Unidades de Saúde da Família (USF) tenham especialistas para atender aos pacientes.

A entrega da documentação pelo inscritos deverá ser feita na Secretaria de Saúde (Avenida Barreto de Menezes, s/n) nos dias 6 e 7 de abril. A divulgação do resultado será feita no dia 3 de maio e a convocação dos aprovados no dia 8 do mesmo mês.

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Eduíno convida senador para explicar na Alepe mudanças feitas na lei de Licitações

O deputado Eduíno Brito (PP) convidou o senador Fernando Bezerra (PSB) para fazer uma palestra na Assembleia Legislativa de Pernambuco na próxima segunda-feira (27), às 14h30, sobre o projeto que o Senado aprovou em dezembro último alterando dispositivos da Lei de Licitações e Contratos (Lei nº 8.666/93).

Além de trazer regras novas, o projeto consolida regras que já estavam em vigor como o Pregão Presencial e o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). O projeto seguiu para exame da Câmara dos Deputados.

O projeto que o Senado aprovou traz algumas inovações como, por exemplo, o julgamento das propostas antes da fase de habilitação e a contratação de um seguro para garantir a conclusão de uma obra pública em caso de dificuldades enfrentadas pela empresa contratada.

O texto prevê também o fim dos projetos básicos e executivo e sua substituição pelo projeto completo. O substitutivo aprovado foi de autoria do senador pernambucano, para quem a Lei de Licitações está desatualizada e precisando de uma modernização.

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Fetape promove audiência pública para debater a reforma previdenciária

A Federação dos Trabalhadores Rurais de Pernambuco (Fetape) iniciou uma séria de reuniões com os seus filiados para debater a reforma da Previdência.

Os encontros foram intensificados neste mês de março em todas as regiões do Estado e deverão ganhar mais força no mês de abril quando será realizado o “Grito da Terra Estadual” que trará esse tema como uma de suas pautas centrais.

O objetivo das reuniões é conscientizar os trabalhadores rurais sobre o impacto que haverá na vida deles se a reforma for aprovada.

“O objetivo dessa reforma é retirar direitos de todos os trabalhadores e não apenas dos que atuam no campo. Mas, juntos, vamos cobrar dos deputados estaduais e do Governo do Estado que se posicionem contra. Já estamos dialogando com a bancada federal, mas é muito importante essa articulação com a Assembleia Legislativa e o Governo do Estado”, declarou Doriel Barros, presidente da Fetape.

O projeto (PEC 287/2016) prevê idade mínima de 65 anos, para aposentadoria, tanto para homens como para mulheres, com exigência de, no mínimo, 25 anos de contribuição.

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Ex-ministro de Dilma garante em Pernambuco que não há “rombo” na Previdência

O ex-ministro da Previdência, Carlos Gabas, garantiu em Pernambuco nesta sexta-feira (24) que ao contrário do que diz o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não existe “rombo” no sistema previdenciário federal.

Segundo ele, o governo do presidente Michel Temer vem “maquiando números” para defender mudanças no sistema que são “brutais e excludentes”.

“O governo faz uma confusão proposital dos números para dizer que estamos quebrados. Mas a verdade é que a Previdência não é deficitária. Podemos afirmar com muita certeza que a dificuldade apresentada hoje é conjuntural e não estrutural. E não se ataca um déficit conjuntural sem ir à raiz do problema, que é a crise econômica que aflige o país”, disse o ex-ministro.

Carlos Gabas fez duas palestras em Pernambuco sobre a reforma previdenciária. Uma em Caruaru (Associação Comercial e Industrial) e outra no Recife (Sindicato dos Servidores Públicos).

Ele disse que o projeto enviado ao Congresso não foi suficientemente debatido com a população e por isso pode gerar impactos econômicos ainda mais graves para um país que está em crise:

“Esse projeto é ruim para todo mundo. Não pode passar porque é cruel para toda sociedade. Tem que ser retirado. Não podemos ficar apresentando emendas. Tem que ser rejeitado na íntegra”, observou o ex-ministro.

Essa é também a opinião do senador Humberto Costa (PT), responsável pela vinda do ex-ministro a Pernambuco para debater a reforma previdenciária.

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João Câmara falará sobre Brennand no seminário de Tropicologia da Fundaj

O pintor paraibano (radicado em Pernambuco) João Câmara fará uma conferência sobre o artista plástico Francisco Brennand na próxima terça-feira (28), na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), no Recife.

O evento se insere na programação do “Seminário de Tropicologia”, idealizado pelo sociólogo Gilberto Freyre, que a Fundaj retomou após a posse do pernambucano Luiz Otávio Cavalcanti na presidência do órgão.

João Câmara Filho nasceu em João Pessoa (PB) em 1944. Teve seu primeiro contato com as artes plásticas na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Pernambuco, aos 16 anos, e, desde então, não parou mais de pintar.

Suas obras mais famosas são “Cenas da Vida Brasileira (10 pinturas e 100 litografias)”, “Dez Casos de Amor e uma Pintura de Câmara” e “Duas Cidades”.

Já Francisco Brennand é natural do Recife e mantém no bairro da Várzea há mais de 60 anos a sua famosa oficina, hoje internacionalmente conhecida.