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Crescimento de Marina anima a militância de Paulo Câmara

angelo ferreira - foto jarbas araujo-alepe

O crescimento de Marina Silva (PSB) na pesquisa do Datafolha divulgada na última sexta-feira (dia 29) segundo a qual ela empata com Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno (34% a 34%) e a derrotaria no segundo por 50% a 40% contagiou a militância do candidato do PSB ao Governo do Estado, Paulo Câmara, em todas as regiões do Estado.

“Por onde a gente anda, agora, o povo só fala em Marina e em Paulo”, disse o deputado Ângelo Ferreira (PSB), que acompanhou o candidato do PSB pelo Sertão do Pajeú.

Em relação à pesquisa anterior, Marina cresceu 13 pontos percentuais e Dilma caiu dois.

Já o senador Aécio Neves (PSDB) caiu cinco pontos percentuais. Tinha 20% e agora está com 15%.

O candidato do PSC, Pastor Everaldo, tem 2% de intenções de voto, enquanto os outros candidatos não atingiram 1%. Brancos e nulos são 7% e os indecisos também.

O Datafolha fez simulações de segundo turno. Na disputa entre Dilma e Marina, a candidata do PSB vence a petista por 50% a 40%. Brancos e nulos são 7% e os indecisos somam 3%.

No confronto entre a petista e Aécio, a presidente tem 48%, ante 40% do candidato do PSDB. Brancos e nulos são 9% e os indecisos chegam a 4%. O Datafolha não fez simulações entre Marina e Aécio.

Na pesquisa anterior, divulgada no último dia 18 e ainda sob o efeito da tragédia que vitimou Eduardo Campos, Dilma tinha 36% das intenções de voto, ante 21% de Marina Silva (PSB) e 20% de Aécio Neves (PSDB).

Na simulação de segundo turno, Marina tinha 47%, ante 43% da atual presidente.

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João Paulo faz caminhada no Recife sem a presença de Armando

310814 - foto divulgação

O deputado federal e candidato a senador, João Paulo (PT), fez uma caminhada neste domingo (31) nas comunidades de Beirinha e Vila Tamandaré, no bairro de Areias, no Recife, sem a presença do senador e candidato ao Governo do Estado, Armando Monteiro Neto (PTB).

A informação oficial é que Armando não foi a este evento porque tinha outros compromissos na agenda.

Também participaram da caminhada os vereadores Marília Arraes (PSB) e Henrique Leite (PT) e os candidatos a deputado federal Josenildo Sinésio (PTB) e Aldo Amaral (PRB).

Na última sexta-feira, João Paulo esteve em Ipojuca para a inauguração do comitê do deputado estadual Pedro Serafim Neto (PDT) e derramou elogios à presidente Dilma Rousseff, que está mal em Pernambuco.

Disse ele: “Temos que dar uma força a Dilma, pois o que está em jogo é um projeto que vem mudando a qualidade de vida da população brasileira”.

Presente ao evento, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) disse o seguinte: “Dizem que ela (Dilma) é durona e reclamam justamente do que ele tem de melhor. Ou seja, ela é durona porque não faz concessão à safadeza”.

Neste domingo, sem a presença de João Paulo, Armando fez uma caminhada no distrito de Bonança, município de Moreno, com mais de mil pessoas. Estava com seu vice, Paulo Rubem (PDT), e candidatos a deputado estadual e federal de sua coligação.

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Programa de Marina é uma homenagem ao PSDB, diz Aécio Neves

Aloysio Nunes Ferreira - Foto Agencia Brasil

O candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, disse ontem que o programa de governo apresentado pela candidata Marina Silva (PSDB) na última sexta-feira “é a maior homenagem que eu poderia receber nesses 30 dias restantes da campanha”.

Isso porque, segundo o senador, Marina prega aquilo que o PSDB já vem pregando desde o primeiro governo do ex-presidente FHC.

As propostas divulgadas pelo PSB incluem uma política econômica focada no liberalismo e independência do Banco Central.

Além disso, dá ênfase ao “tripé econômico” que marcou os governos de FHC e também de Lula, quais sejam: metas de inflação, câmbio flutuante e superávit primário (a reserva que o governo faz em caixa para pagamentos de juros da dívida interna).

“Entre o original e aquele que se apresenta agora com uma marca um pouco genérica, eu fico com o original. No momento que prevalecer a razão, vamos vencer as eleições”, afirmou o candidato.

Já o seu vice, Aloysio Nunes (PSDB), foi um pouco mais duro em relação a Marina. Disse hoje (31) à Folha de São Paulo que ela só diz “asneiras”.

“Ela improvisou uma personalidade palatável para esconder a imagem de sectarismo que sempre a caracterizou. Demoniza Sarney, Renan e Collor. Os três apoiaram o governo Lula, do qual ela foi ministra. Eles prestavam e agora não prestam?”, perguntou o vice.

Depois, ironizou o esforço feito por ela para se aproximar do agronegócio dizendo o seguinte: “É mais uma conversão de última hora. Marina comandou uma luta sem quartel contra o Código Florestal. A proposta dela inviabilizaria metade das terras agricultáveis do país”.

E, sobre a posição da ex-senadora sobre os transgênicos, afirmou: “O que ela defende é uma asneira. Ela quer que em algumas áreas se possa plantar, e em outras, não.

Então alguns brasileiros podem comer sementes que fazem mal à saúde, segundo a visão dela, e outros não?”

E concluiu: “Ela integrou por 20 anos um partido sectário e rancoroso, que manteve uma guerra sem trégua com o PSDB”.

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Dilma critica Marina por não quer governar com partidos e sim com pessoas

Michel Temer - Foto Fabio Rodrigues Pozzebom-ABr

Empatada com Marina Silva (PSB) na corrida eleitoral pela Presidência da República, a presidente Dilma Rousseff (PT) resolveu deixar a diplomacia de lado e passou também a atacar a candidata do PSB.

Ontem, num ato político no município de Jales (SP), a presidente criticou a candidata do PSB por estar dizendo que se for eleita vai governar com os “melhores” de todos os partidos.

“Em uma democracia, quem não governa com partidos está flertando com o autoritarismo. Eu me lembro da ditadura, onde o que se dizia era o seguinte: empresário é para fazer negócio, estudante é só para estudar e todas as pessoas têm que trabalhar. Uns poucos, uns bons, governarão. Poucos e bons governaram. Essa era a visão mais atrasada, que nós na época chamávamos de visão da tecnocracia”, afirmou Dilma Rousseff.

Também estavam neste ano o candidato a vice, Michel Temer (PMDB) e o candidato peemedebista ao Governo de São Paulo, Paulo Skaf, que não cumprimentou a presidente.

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Maratona da Frente Popular no final de semana terminou na festa de Santa Rosa

310814 - foto beto figueiroa

O candidato da Frente Popular ao Governo do Estado, Paulo Câmara (PSB), encerrou na madrugada deste domingo (31) na festa de Santa Rosa, no distrito do mesmo nome, no município de Ingazeira, uma maratona que o levou a oito municípios do Pajeú.

Acompanhado do candidato a senador, Fernando Bezerra Coelho (PSB), Paulo Câmara visitou São José do Egito, Brejinho, Itapetim, Tuparetama, Santa Terezinha, Tabira, Carnaíba e Ingazeira.

O candidato chegou a este última por volta das 23h e foi recebido por uma chuva de fogos encomendada pelo prefeito Luciano Torres (PSB), que desfilou com ele no meio da multidão.

Questionado sobre a pesquisa do Instituto Maurício de Nassau/JC, que o aponta empatado tecnicamente com o senador Armando Monteiro (32% para o PTB e 28% para o PSB), Paulo Câmara declarou:

“Não quero ver a nossa militância achando que já ganhamos essas eleições. Vamos seguir trabalhando, visitando cada município desse Estado para levar nossas bandeiras e nossas ideias. O trabalho só vai aumentar. Eu vou ser governador de Pernambuco para governar com o povo e para o povo”.

Cerca de três mil veículos, entre automóveis e motos, segundo sua assessoria, participaram de carreatas da Frente Popular nos municípios de Brejinho, Itapetim e Tuparetama em companhia dos prefeitos José Vanderley (PSB), Arquimedes Machado (PSB) e Deva Pessoa (PSD), respectivamente.

Em Carnaíba, Paulo Câmara participou de um comício ao lado do ex-prefeito e candidato a deputado estadual, Anchieta Patriota (PSB) e, em Ingazeira, após visitar a Festa de Santa Rosa, que é uma das maiores da região, fez uma visita de cortesia ao Padre Luiz Marques, que além de religioso é um batalhador incansável pelas causas sociais do Pajeú.

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Paulo cobra explicações de Paulo sobre a compra do avião que caiu com Eduardo Campos

paulo rubem - divulgação

Em seu estilo direto e inquisitorial, o deputado federal e candidato a vice-governador, Paulo Rubem Santiago (PDT), cobrou neste final de semana explicações à Frente Popular sobre os incentivos dados pelo Governo do Estado na época de Eduardo Campos à empresa Bandeirantes Renovação de Pneus.

Esta empresa, segundo ele, “está envolvida numa operação nebulosa de pagamento do avião utilizado pela campanha presidencial do PSB e que vitimou o ex-governador Eduardo Campos”.

Textual de Paulo Rubem, que integra a Frente Parlamentar de Combate à Corrupção: “É preciso esclarecer à sociedade que relações foram estabelecidas entre Paulo Câmara, então secretário da Fazenda, e a empresa que recebeu os incentivos”.

O deputado quer saber por que o ex-secretário concedeu incentivos fiscais, “nunca dados antes nas condições asseguradas por ele, a uma empresa cujos sócios haviam sido denunciados pelo Ministério Público Federal por crimes financeiros e de sonegação fiscal, que ensejariam 55 anos de reclusão”.

Na época da concessão dos incentivos, disse o parlamentar, o dirigente da Bandeirantes já era réu, acusado pelo MPF de ter sonegado cerca de R$ 100 milhões.

“Como é que o ex-secretário da Fazenda aceita conceder incentivos a uma empresa nessas condições, dois anos depois de ter sido denunciada? E, três anos após receber o benefício, esta mesma empresa se envolve agora na operação de compra deste avião? É preciso saber também se Paulo Câmara, como pré-candidato ou candidato, viajou nos aviões da empresa, um LearJet e um Cesnna, ambos de propriedade do senhor Apolo Santana Vieira”, disse Paulo Rubem.

Na última quinta-feira, o Governo do Estado divulgou nota oficial dizendo que a concessão do incentivo foi legal e absolutamente transparente.

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Bivar aplaude proposta de reforma política de Marina

Luciano Bivar - reprodução internet-supersportes

O presidente nacional do PSL e candidato a deputado federal, Luciano Bivar, afirmou neste domingo (31/08) que está inteiramente de acordo com o item do programa de governo da candidata Marina Silva (PSB) que prevê a eleição dos candidatos individualmente mais votados para a Câmara Federal, Assembleias e Câmaras Municipais.

Isso acabaria, na prática, o chamado “quociente eleitoral”. Ou seja seriam eleitos os candidatos mais votados, independente de coligação.

“É exatamente o que diz a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 267, de minha autoria, que apresentei em 2001, na Câmara dos Deputados, e que ainda não foi votada”, afirma Luciano Bivar.

A bem da verdade, existem várias PEC’s tramitando no Congresso com esse mesmo tipo de proposta, uma das quais de autoria do ex-deputado Fernando Lyra.

No caso de Pernambuco, por exemplo, seriam eleitos os 25 candidatos mais votados para a Câmara Federal e os 49 mais votados para a Assembleia Legislativa.

Em 2012, na eleição para prefeito do Recife, o candidato a vereador pelo PSOL, Edilson Silva, foi o terceiro mais votado mas ficou fora da lista dos eleitos porque seu partido não obteve o chamado “quociente eleitoral”.

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Senador Humberto Costa questiona pesquisa do IPMN

Humberto Costa - foto agência brasil

O senador Humberto Costa (PT-PE) colocou em dúvida neste domingo (31) os números do Instituto de Pesquisa Mauricio de Nassau (IPMN) sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco.

De acordo com o levantamento, publicado no JC deste domingo como manchete de primeira página, a pesquisa revela empate técnico entre Armando Monteiro (PTB) e Paulo Câmara (PSB).

Em relação à pesquisa anterior, o senador caiu de 37% para 32% das intenções de voto e o ex-secretário da Fazenda subiu de 10% para 28%. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, ambos estão tecnicamente empatados.

Segundo Humberto Costa, esses dados destoam dos levantamentos internos e feitos outros institutos.

“Apesar de terem sido realizadas praticamente no mesmo período, a do Instituto Maurício de Nassau entre os dias 25 e 26 de agosto e a do Ibope entre os dias 23 e 25, os dados são totalmente diferentes. Então, tem alguém que, por algum motivo, está errando nas contas. Em abril, por exemplo, quando o IPMN apontava Paulo com 23% no Recife, todos os outros institutos apontavam que ele tinha em torno de 8%. Depois, tiveram que ajustar esse número”, disse o senador petista.

Pela pesquisa do Ibope, divulgada pela TV Globo, Armando caiu de 43% para 38% e Paulo subiu de 11% para 29%.

Humberto disse ainda que o sentimento das ruas é bem diferente do que a IMPN apresenta em seu levantamento.

“Independente de qualquer coisa, o que a gente vê na rua é uma campanha limpa, crescente e quem elege o governador é o povo. Tenho certeza de que os pernambucanos vão saber escolher quem é mais preparado para liderar o Estado”, afirmou.

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A ascensão de Marina não pode ser ignorada, diz ex-deputado dilmista

Maurílio Ferreira Lima - divulgação

O ex-deputado Maurílio Ferreira Lima (PMDB), eleitor de Dilma de carteirinha, enviou artigo ao Blog em que afirma, categoricamente, que a subida de Marina Silva (PSB) nas pesquisas de opinião é um fato que não pode ser ignorado, mas essa de que ela vence no segundo turno não cola, pelo menos agora, porque segundo turno é uma nova eleição. Confira:

O Datafolha divulgou pesquisa mostrando empate exato de 34% a 34% entre DILMA ROUSSEFF e MARINA SILVA e AÉCIO NEVES praticamente descartado da disputa.

Simulação do segundo turno, hoje incontestável, dá vitória a MARINA por 10 pontos percentuais. Não levo em consideração essa previsão de segundo turno, pois se trata de outra eleição, sem nenhuma vinculação com performances passadas. Ela vai depender exclusivamente do desempenho dos dois personagens adversários nos 15 dias de campanha, que neste caso poderá ser ganha por qualquer um dos dois.

Mas não posso deixar de considerar diante dos fatos e tendências que é muito mais possível Marina se eleger presidente e DILMA ser derrotada.

Os seguinte fatores podem derrotar DILMA: ela tem mostrado sem interrupção uma tendência de queda e Marina tem mostrado tendência de alta. A economia vai mal e pode derrubar o emprego.

Por outro lado, a opinião pública mostra que cansou do PT e quer uma mudança no ocupante do governo. Finalmente, Marina conseguiu se identificar com esse desejo de mudança do povo brasileiro e derrotar o PT.

O mais forte é a opinião pública não aceitar mais as práticas políticas que prevalecem nas instituições brasileiras e identificar MARINA como a única capaz de mudar essa prática, sem causar mais nenhum medo e receio de que ela desestabilize o país.

Concluo constatando que apesar da eleição não estar definida, MARINA SILVA tem mais chance de se tornar presidente. Se isto ocorrer, cabe a cada um de nós, brasileiros, desejar que ela acerte.

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Pernambucano assume nesta segunda a presidência do STJ

Francisco Falcão - Foto Agencia Brasil

Pernambucano do Recife, o ministro Francisco Falcão, de 62 anos de idade, assumirá nesta segunda-feira, dia 1º de setembro, a presidência do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Ele é filho do ex-ministro do STF, Djacy Falcão, já falecido, e ocupou até a última terça-feira o poderoso cargo de corregedor do Conselho Nacional de Justiça, onde deu continuidade às ações de sua antecessora, Eliana Calmon, que antecipou o pedido de aposentadoria para disputar a vaga do Senado pelo Estado da Bahia. Ela é do PSB.

No lugar de Falcão na Corregedoria do STJ, assumiu a na última terça-feira, dia 26, a ministra (gaúcha) Nancy Andrighi, que é a primeira corregedora vinda da justiça estadual.

Ao empossá-la, o novo presidente do STF e do CNJ, ministro Ricardo Lewandoesky, disse o seguinte:

“Aliando firmeza com brandura, eficiência com segurança, rigor com discrição, a ministra saberá, acima de tudo, respeitar a dignidade intrínseca daqueles que serão objeto da sua atividade correcional, honrando assim as melhores tradições da magistratura brasileira no cumprimento da desafiadora missão que terá pela frente”.

O cargo de corregedor nacional de Justiça é ocupado apenas por ministros do STJ. Nancy Andrighi foi eleita em sessão do Pleno do Tribunal ocorrida no último dia 27 de maio e aprovada pelo plenário do Senado Federal em 16 de julho.

Falcão foi quem conduziu a ministra à tribuna onde ela assinou seu termo de posse. Ao deixar o cargo, ele falou da honra de ter integrado o CNJ e do convívio proveitoso com os conselheiros e presidentes que ocuparam o órgão durante sua gestão, ressaltando que a atividade foi enriquecedora para a sua jornada de magistrado.

Além dos ministros Francisco Falcão e Nancy Andrighi, já ocuparam o cargo de corregedor do CNJ os ministros Pádua Ribeiro, Cesar Rocha, Gilson Dipp e Eliana Calmon.

A nova corregedora do CNJ nasceu em Soledade (RS). Começou a carreira como juíza de direito no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, foi desembargadora do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e nomeada para o STJ em 1999.

Em 2011, assumiu a corregedoria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde exerceu o cargo até 2013.