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Geraldo Júlio inaugura comitês de mais dois vereadores de sua coligação

Geraldo Júlio - Foto - Andrea Rego Barros

O prefeito do Recife e candidato à reeleição, Geraldo Julio (PSB) participou neste final de semana da inauguração de comitês de mais dois vereadores de sua coligação: Eurico Freire (Rede) e Marcos di Bria (PSDC).

O prefeito aproveita esses eventos para prestar contas de suas ações naquele bairro e também para pedir o “voto casado” nas próximas eleições municipais.

“É importante esta casadinha, com o voto no 40 para prefeito e o voto nos candidatos a vereador da Frente Popular”, é o bordão usado pelo prefeito.

Geraldo Júlio tem o apoio de 20 partidos, os quais lançaram, juntos, 370 candidatos a vereador. É com esse “exército” que ele espera ganhar a eleição no primeiro turno.

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Candidato do PT à PCR aposta no “volta, João”

João Paulo - Foto - Tárcio Alves

O candidato do PT à prefeitura do Recife, João Paulo, adotou como slogan da campanha o “Volta, João” e decidiu massificá-lo nos bairros da periferia, onde tem grande penetração.

Neste sábado, ele fez uma caminhada no bairro da Várzea em companhia do candidato a vice Sílvio Costa Filho (PRB).

João Paulo evita se apresentar como “candidato do PT” devido ao grande desgaste da imagem do partido, que teve início em 2005 com o “mensalão” e se agravou em 2012 com a Operação Lava Jato.

Ele se apresenta como candidato da coligação “Recife pela democracia”, alusão ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff que o PT define como “golpe”.

Na pesquisa mais recente do Datafolha, João Paulo apareceu com 32% das intenções de voto, seguido pelo prefeito Geraldo Júlio (PSB) com 28%, o deputado Daniel Coelho (PSDB) com 10%, a deputada Priscila Krause (DEM) com 6%, o deputado Edilson Silva (PSOL) com 3% e o engenheiro Carlos Augusto Costa (PV) com 1%.

João Paulo foi prefeito do Recife entre 2001 e 2008 e deixou a prefeitura com aproximadamente 80% de aprovação.

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Ex-volante do Santa Cruz inaugura comitê em Olinda

Porfessor Lupércio

Candidato a vereador em Olinda chapa encabeçada pelo Professor Lupércio (SD), o ex-volante do Santa Cruz, Batata, inaugurou o seu comitê neste domingo (28) às margens do campo de Aguazinha.

Ele garante que se for eleito vai defender na Câmara Municipal o incentivo ao esporte como forma de afastar as crianças e jovens de Olinda do mau caminho.

Antes de prestigiar a inauguração do comitê do desportista, Lupércio fez uma panfletagem na Feira de Peixinhos a partir das 7h.

Depois visitou eleitores nos bairros de Salgadinho, Caixa D’Água, Ouro Preto e Jardim Fragoso.

Lupércio está sendo apontado por políticos de Olinda como o “fato novo” da eleição. Ele elegeu-se vereador em 2012 e deputado estadual em 2014.

Este ano, antes de se lançar candidato a prefeito, recebeu pressão de outros postulantes para desistir da candidatura, mas não cedeu.

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“Não mudei minha opinião”, diz Armando sobre o impeachment de Dilma

Armando Monteiro 2 - Fabio Rodrigues Pozzebom-Agência Brasil

O senador Armando Monteiro (PTB) disse ao JC deste domingo (28) que acompanha com atenção o desenrolar do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e não encontrou elementos até agora que o fizessem mudar de opinião.

O senador foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do governo Dilma e disse ser testemunha do esforço feito por ela para realizar o ajuste fiscal.

Para ele, não há comprovação de que a presidente praticou crime de responsabilidade e por isso votou contra a admissibilidade da denúncia e votará novamente na próxima terça-feira.

Já o senador Fernando Bezerra (PSB), que também foi ministro da presidente, disse que votará a favor do impeachment porque ela atirou o país “na maior crise econômica de sua história recente, com 13 milhões de desempregados e dois anos consecutivos de crescimento negativo.

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Matuto dá-se muito bem com o PCdoB na vaga de vice

Júnior Matuto - Foto - Francisco Marques

O prefeito de Paulista e candidato à reeleição Júnior Matuto (PSB), manteve o mesmo vice da eleição passada, Jorge Carrero (PCdoB), e até agora se deu muito bem.

É a mesma dobradinha feita no Recife (PSB + PCdoB), em que pese o candidato socialista à prefeitura de Olinda, Antonio Campos, considerá-la um “equívoco”.

A dupla tem apostada em caminhadas pelos bairros para neutralizar a penetração dos oposicionistas Sérgio Leite (PDT) e Severino Ramos (PTB).

Matuto tem dito em seus discursos que lamenta estar sendo alvo de ataques pessoais por parte do candidato do PDT, que já perdeu três eleições.

Disse ele: “Tem candidato que ao invés de ir às ruas mostrar suas intenções, desejos e anseios, sai denegrindo nossa imagem para sair bem na foto. Só que eu não vou entrar nesse jogo. Vamos fazer o que sabemos fazer de melhor, que é conversar com o povo e externar nossas propostas para a melhoria da cidade”.

O prefeito tem batido na mesma tecla durante seus encontros com lideranças políticas e candidatos a vereador, enfatizando que sua campanha será propositiva, evitando perder tempo falando mal de adversários.

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Governador toma o café da manhã com Marina Silva

Marina Silva - Foto Aluísio Moreira _SEI

Acompanhado da mulher, Ana Luíza, o governador Paulo Câmara recebeu no Palácio do Campo das Princesas, neste domingo (28), para o café da manhã, a ex-senadora Marina Silva (Rede), que foi a candidata do PSB à Presidência da República em 2014.

Marina veio a Pernambuco para participar de atos políticos do seu partido e aproveitou a ocasião para fazer uma visita ao comitê de campanha do candidato do PSB à prefeitura de Olinda, Antonio Campos.

Estavam em companhia dele os secretários Felipe Carreras (Turismo) e Sérgio Xavier (Meio Ambiente e Sustentabilidade), o chefe de gabinete do governador, João Campos, filho de Eduardo Campos, o deputado federal Tadeu Alencar e o vereador recifense Eurico Freire.

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Mil veículos já circulam em São Lourenço com adesivos de Gino Albanez

Gino Albanez - Foto -Jardel Colen

Após “adesivaço” ocorrido neste sábado (27), cerca de mil veículos já estão circulando em São Lourenço da Mata com adesivos do prefeito e candidato à reeleição Gino Albanez (PSB).

O ponto de parada dos veículos é o “Conexão 40”,
que fica ao lado do Flamengo Atlético Clube, no centro da cidade.

Gino, candidato da Frente Popular, tem o apoio de maior força política que já se formou em São Lourenço. O vice é Alba Bezerra (PSB).

A Frente é formada por 13 partidos, a saber: PSB, PR, PSC, PMDB, PSD, DEM, SD, PP, PRTB, PRP, PPS, PDT e PSL.

O prefeito tem feito “corpo a corpo” todos os dias pedindo ao povo a continuidade do trabalho que ora realiza.

Ele conta com o apoio do governador Paulo Câmara, do ex-prefeito Ettore Labanca (PSB) e da maioria dos vereadores. O candidato da oposição é Bruno Pereira (PTB), filho do ex-prefeito Jairo Pereira.

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Dilma vai à sessão de seu julgamento na manhã desta segunda-feira

Dilma Rousseff - reprodução GloboNews

A presidente afastada Dilma Rousseff marcou para esta segunda-feira (29), às 9h da manhã, o seu comparecimento à sessão do Senado que vai julgá-la por crime de responsabilidade.

Aconselhada por vários políticos do PT, entre eles o senador Humberto Costa (PE), a presidente decidiu comparecer por duas razões:

Primeira: defender-se da acusação de que cometeu crime de responsabilidade, base jurídica para a instalação do seu processo de impeachment. Ela poderá falar por meia hora, mas esse tempo poderá ser prorrogado pelo ministro Ricardo Lewandowski (STF), que preside o julgamento.

Segunda: olhar para a cara dos oito senadores que foram seus ministros e decidiram votar a favor do processo de impeachment, entre eles o pernambucano Fernando Bezerra Coelho (PSB).

Neste sábado (27), após mais de 10 horas de reunião, foi concluída a fase dos depoimentos das testemunhas de defesa e de acusação.

O último a depor foi o professor de direito tributário da UFRJ, Ricardo Lodi Ribeiro, que falou como “informante”. Ele respondeu perguntas de 13 senadores, além do advogado José Eduardo Cardozo (advogado de defesa) é Janaína Paschoal (advogada de acusação). Ele disse que a presidente não cometeu crime de responsabilidade.

Até este domingo (28), 47 dos 81 senadores estavam inscritos para fazer perguntas a Dilma Rousseff, que vai chegar à sessão em companhia do ex-presidente Lula.

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“Branco” é disputado em Jaboatão por Anderson Ferreira e Heraldo Selva

Anderson Ferreira

Anderson Ferreira (PR) e Heraldo Selva (PSB), dois dos principais candidatos a prefeito de Jaboatão dos Guararapes, adotaram o “branco” como a cor oficial de suas campanhas.

Neste final de semana, sempre trajando camisa branca, Anderson visitou o Mercado Público das Mangueiras, em Prazeres, e fez caminhadas em Nova Divineia e Novo Horizonte.

O “séquito” que o acompanha, todavia, veste camisetas com a cor azul, que é a cor oficial da campanha do candidato Manoel Neco (PDT).

Neco, por sinal, recebeu um bom reforço neste final de semana: o presidente nacional do seu partido, Carlos Lupi, que poderá ajudá-lo com recursos do fundo partidário.

Numa caminhada com o candidato a prefeito no bairro de Prazeres, Lupi declarou o seguinte: “Eles (?) estão com o dinheiro e o poder. E nós estamos com Deus e com o povo de Jaboatão. Vim hoje e com certeza virei outra vez aqui para caminhar ao seu lado, Neco, pois conheço a sua história e acredito na sua vitória para governar Jaboatão”.

A coligação “Resgatando Jaboatão” tem como candidato a vice Belarmino Silva (PTdo B). Ela fez uma grande caminhada na última sexta-feira com presença dos deputados dissidentes João Fernando Coutinho (PSB) e Lucas Ramos (PSB), o presidente estadual do PDT, deputado Wôlney Queiroz, e dezenas de candidatos a vereador.

Wôlney Queiroz disse o seguinte: “Meu querido amigo Neco, volto hoje aqui para que todos vejam a unidade do nosso partido, seja a nível estadual ou nacional em relação à sua candidatura. Tentaram de todo jeito nos tirar da disputa eleitoral, mas mostramos que temos união e força. Estamos preparados para vencer e, se Deus quiser, veremos você Neco, prefeito de Jaboatão”.

João Fernando Coutinho complementou: “Não construímos essa candidatura dentro de um gabinete (alusão ao candidato do PSB, Heraldo Selva). O seu nome, Neco, foi colocado pelo povo, pelo desejo da população em ver Jaboatão no rumo do desenvolvimento e não no atraso”.

Por sua vez, o candidato do PSB, num ato em Prazeres neste final de semana, prometeu implantar no município 300 novas câmeras de monitoramento.

“Faremos um diálogo com a população para definirmos, juntos, os locais para a instalação. Não é promessa de campanha, é compromisso. A gestão de Elias Gomes (PSDB) já instalou em Prazeres e Jaboatão Centro, e está instalando agora em Cavaleiro”.

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Aécio condena “clima de pugilato” no julgamento de Dilma Rousseff

Aécio Neves-foto-george-gianni_EBC

O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), reprovou nesta sexta-feira (26) o “clima de pugilato” que se instalou no Senado na sessão do julgamento do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Ele disse que alguns senadores ultrapassaram o “limite do aceitável” e fez um apelo a todos para que se comportem com civilidade, sejam do governo ou da oposição.

Veja a íntegra de sua entrevista:

Como fica o clima no Senado para o julgamento de Dilma Rousseff?

Aécio – Acho que chegamos no limite, ou talvez tenhamos ultrapassado o limite do aceitável. Isso aqui é o Senado da República. E todos nós quando aqui chegamos temos que nos despir das nossas fraquezas e sermos representantes da Federação. Nesse período de intervalo, conversei com o presidente do Senado. Tenho conversado com os líderes da base do governo Michel Temer, aqueles que apoiam o impeachment, e até mesmo com lideranças da hoje oposição.

A nossa expectativa é de que, no retorno dos trabalhos, cada palavra seja medida. Não podemos fazer um pugilato congressual. É claro que existem provocações desde ontem. Foi indevida a colocação da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ao contestar a legitimidade, a moral desta Casa para julgar a presidente e ela própria, acredito, reconhece isso. Um senador no microfone chamar o outro de desqualificado também é indevido. Como também reações mais exacerbadas. Acho que esse episódio deverá servir para que cada um compreenda a dimensão do papel que exerce hoje em nome dos cidadãos brasileiros. Somos juízes de uma causa gravíssima, que pode levar ao afastamento da presidente da República. Até a nossa posição hoje de sermos base de governo uns, e oposição outros, é secundária, se comparado ao papel que neste momento deve prevalecer, que é de juízes. E de juízes espera-se equilíbrio e sensatez.

Portanto, é com este espírito que tenho conversado com todas as lideranças, pois chegará o momento de manifestarmos a nossa posição através das nossas declarações de voto.

É preciso que, em especial aqueles que defendem a presidente Dilma, permitam que o processo caminhe. E ele não caminhará com sucessivas “questões de ordem” ou com pedidos reiterados de “palavra pela ordem” para fazer discursos políticos. É hora de nos colocarmos à altura das expectativas da sociedade brasileira.

O PSDB vai fazer perguntas às testemunhas?

Não. Todos aqueles que apoiam de forma já expressa o impeachment estão retirando as suas assinaturas. Por que? Porque essas testemunhas já foram ouvidas na Comissão Especial e elas trazem consigo um objetivo intrínseco, para usar uma palavra muito na moda aqui no Congresso Nacional, que é a protelação. Por isso, estaremos presentes, mas, por economia processual, só iremos intervir se houver algo que justifique essa nossa intervenção.

Com isso, tenta-se adiantar o processo?

Exatamente. É para adiantarmos o processo e irmos para a parte final, que é a participação da presidente Dilma, e nisso quero discordar pelo menos de uma parte da fala do presidente Renan porque não podemos – e ninguém pode – cancelar a vinda da presidente da República. Isso é um direito processual, isso faz parte do processo, o direito da presidente estar aqui para se defender.

O que queremos é atuar para que não seja sequer adiado por algumas horas, ou mesmo um dia, a presença dela. Vamos, com essa economia processual que acabamos de decidir, ter aqui a presidente, acredito eu, no dia 29. Vamos fazer uma arguição clara, dura, mas sempre respeitosa, para que possamos dar ao Brasil a chance de um recomeço. Isso só vai acontecer no momento em que esse processo for finalizado.

Como o senhor avalia a reação do presidente Renan Calheiros (condenando a troca de agressões)?

Acho que é muito difícil você analisar uma manifestação pessoal sem avaliar no contexto no qual ela se deu. Acho que o que de mais grave ocorreu aqui foi a manifestação da senadora Gleisi de contestar a moral do Senado Federal. Se ela acha que essa Casa não tem moral, ela deveria dela ausentar-se, não participar, ou então dizer também que ela se insere entre aqueles que ela considera sem moral. Foi um erro grave, acirrou os ânimos, apenas para atacar companheiros.

É claro que as respostas acabam muitas vezes excedendo também o razoável. É hora de botarmos pano quente, vamos zerar daqui para trás e olhar para frente. Esse processo tem que terminar, e queremos que ele termine até na madrugada da próxima terça-feira.

Ontem falou-se em “sem moral”, hoje em “hospício”, onde isso vai parar?

É o que tenho dito. Esse é Senado Federal. As pessoas têm que olhar para essa Casa e respeitá-la. O meu papel, nesse instante, por mais que me indigne com algumas situações que vem sendo feitas, por mais que veja equívocos graves na conduta dos defensores da presidente Dilma, é muito grave essa questão dessa testemunha que recebe um cargo do Senado Federal indicado por uma senadora. Mas acho que tudo isso é absolutamente secundário. Não foi o relatório do doutor Júlio Marcelo (procurador do TCU) que está levando o Brasil hoje a estar às portas do afastamento da presidente da República. Não foi a contribuição que lhe deu o Dr. D’Ávila (auditor do TCU) que está levando o Brasil a esse impasse. Não. É sim o conjunto da obra que vem acontecendo ao longo desses últimos anos.

Portanto, serenidade. A minha palavra será sempre de absoluta serenidade. Dou exemplo pessoal me contendo. Gostaria de muitas vezes de ir ao microfone, mas quando vejo que ali é apenas uma propaganda pessoal, ou uma manifestação sem qualquer consequência produtiva para o processo, eu tenho evitado ir. Espero que esse seja o mesmo espírito dos senadores, que, agora tomando um chazinho de camomila ou um suco maracujá, possam voltar mais calmos para concluirmos esse processo.