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Pesquisa do Sensus para a “IstoÉ” dá vitória a Aécio Neves

Aécio Neves _ Foto Orlando Brito

Uma nova pesquisa do instituto mineiro Sensus, encomendada pela revista “IstoÉ” e divulgada nesta sexta-feira (24), aponta o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, com 9 pontos percentuais à frente da presidente Dilma Rousseff (PT).

De acordo com a pesquisa, o tucano tem 54,6% das intenções de votos válidos, ante 45,4% da petista.

A pesquisa revela também que 11,9% dos eleitores estão indecisos e que se forem considerados os votos totais, Aécio tem 48,1% e Dilma, 40%.

O instituto Sensus avaliou também o índice de rejeição dos dois candidatos. Segundo ele, 44,2% dos eleitores rejeitam Dilma, ao passo que 33,7% rejeitam Aécio.

O Sensus entrevistou 2 mil eleitores de 136 municípios em 24 Estados entre os dias 21 e 24 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

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Cristóvam critica omissão dos candidatos a presidente sobre o tema “educação”

Cristovam Buarque - divulgação

O senador Cristóvam Buarque (PDT-DF), que votou em Marina Silva (PSB) no primeiro turno e votará em Aécio Neves (PSDB) no segundo, publica hoje (24) no JC um artigo no qual critica os candidatos a presidente da República por terem tratado de modo superficial a questão da educação básica no Brasil. O título do artigo é “O futuro ausente”.

Confira:

O debate (de hoje à noite) na TV Globo é o ponto alto do processo eleitoral. Ali, cada candidato tem a última chance para dizer por que os eleitores devem optar por ele ou por ela. Em 2014, o eleitor que buscou o melhor candidato no primeiro turno ficou frustrado pela ausência do tema educação. A educação foi jogada na vala comum, e o tema não foi sorteado. Pior: apesar de a educação permear todos os temas que foram sorteados, nenhum dos candidatos aproveitou cada questão para apresentar suas propostas de como fazer a revolução educacional que o Brasil precisa iniciar urgentemente.

A verdadeira razão da ausência do tema educação está na ausência do tema futuro.

Das muitas dezenas de horas de entrevistas, discursos, debates e manifestações, os temas debatidos estiveram sempre vinculados aos problemas do presente, não foram sobre o destino que o candidato sonha para o país e quais as reformas estruturais que levem ao destino que defende.

Mesmo quando o tema da educação apareceu, os candidatos se limitaram a sugerir horário integral nas escolas, sem dizer como fazê-lo a partir do governo federal, sendo a educação de base uma questão municipal e estadual; nem se discutiu como será a educação nas próximas décadas. Tampouco como fazer a educação ser igual para todas as crianças, independentemente da cidade onde mora e da renda dos pais. Comemora-se que alguns filhos de pedreiros já entram em alguns cursos superiores, sem propor como fazer para que todos os filhos de todos os pedreiros tenham a mesma oportunidade para disputar o ingresso nas melhores universidades.

Debateu-se a manutenção do Bolsa Família, mas não se debateu como e em quanto tempo nenhuma família brasileira necessitará de auxílio para garantir sua sobrevivência.

Em um mundo que se globaliza em todos os aspectos, inclusive por epidemias, como se vê agora com o caso do ebola, o problema da segurança nacional não foi debatido.

Debateu-se a baixa taxa de crescimento do PIB no presente, sem debater que tipo de PIB é desejável para o Brasil no futuro: se vamos continuar basicamente com bens primários ou concorrer mundialmente com bens de alta tecnologia. Ninguém propôs e nenhum entrevistador perguntou como abrir as portas para o Brasil ingressar no mundo dos países inovadores.

Debateu-se sobre como ampliar o sistema de segurança, mas não se debateu sobre como fazer as cidades serem tão pacíficas que não se necessite do Estado policial que estamos construindo.

Nenhum tema foi debatido na perspectiva do longo prazo. O debate ficou prisioneiro do imediato, como se estivéssemos escolhendo um gestor para apenas administrar a crise e não um estadista para reorientar os destinos nacionais.

Felizmente, ainda temos alguns dias antes do segundo turno, além do que, a cada quatro anos, a democracia oferece novas oportunidades ao país e seu futuro ausente.

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“Veja” faz o último esforço para tentar eleger Aécio Neves

veja-241014

A Editora Abril que edita a “Veja” antecipou para esta sexta-feira (24) a edição da revista que só sairia amanhã como parte de uma “operação de guerra” para tentar eleger o senador Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República.

Assumidamente “antipetista”, a “Veja” traz novas revelações sobre a “Operação Lava a Jato” que apura o esquema de corrupção na Petrobras, este sim o maior da história recente do país e não o “mensalão” como a revista informou aos seus leitores em várias edições.

De acordo com a revista, em depoimento prestado à Polícia Federal na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef afirma que tanto Lula como Dilma tinham conhecimento do esquema de roubalheira na estatal.

Ainda de acordo com a revista, ao ser perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro disse o seguinte: “O Planalto sabia de tudo”.

- Mas quem no Planalto?- perguntou o delegado. “Lula e Dilma”, respondeu o doleiro.

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Dilma à frente de Aécio nas pesquisas do Ibope e do Datafolha

Dilma-Rousseff - Divulgação

Duas novas pesquisas divulgadas ontem (23) à noite pelo Jornal Nacional apontam a candidata Dilma Rousseff (PT) numericamente à frente de Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

Pela pesquisa do Ibope, Dilma tem 54% dos votos válidos, ante 46% do senador mineiro. Já pela pesquisa do Datafolha, ela tem 53% e Aécio Neves, 47%. A margem de erro dos dois levantamentos é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Considerando-se os votos totais no Datafolha, Dilma tem 48% e Aécio, 42%. Já o número de eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto é de 5% e os que estão indecisos também 5%.

Pelo Ibope, Dilma tem 49% dos votos totais, ante 41% de Aécio. Indecisos somam 3% e os que pretendem votar branco ou nulo, 7%.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre segunda e quarta-feira desta semana em 203 municípios de todas as regiões do país. O Datafolha ouviu 9.910 pessoas quarta e quinta desta semana.

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Com 14% das preferências, o PT ainda é o partido “mais amado” pelo povo brasileiro

Michel Temer - Foto Fabio Rodrigues Pozzebom-ABr

Levantamento feito pelo Ibope constatou que 73% dos eleitores brasileiros não têm preferência por partidos políticos. Votam nas pessoas e não nos programas partidários como ocorre nos países desenvolvidos.

Em agosto de 2013, após as manifestações de rua pela melhoria dos serviços públicos, o percentual de eleitores “sem partido” era de 62%.

Apesar dos escândalos do mensalão e da Petrobras, o PT ainda é o partido político mais admirado pelo povo brasileiro.

Segundo o Ibope, 16% dos eleitores brasileiros declaram-se simpatizantes do PT e apenas 4%, do PSDB. O PMDB, que tem capilaridade no Brasil inteiro, só tem a simpatia de 2%, apesar de ser o partido do vice-presidente da República, Michel Temer.

Em março de 2003, logo após a posse de Lula na Presidência da República, 33% dos eleitores brasileiros diziam ter simpatia pelo PT. Caiu para 20% em novembro do ano passado e agora está em 14%.

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143 milhões de eleitores estão aptos a votar no próximo domingo

Paulo Câmara - Credito Rodrigo Lobo

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, cerca de 143 milhões de eleitores estão aptos a votar no próximo domingo (26) para eleger o próximo presidente da República e os governadores de 13 estados e do Distrito Federal.

Apesar do horário de verão nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a votação será feita das 8h às 17h, obedecendo ao horário local.

Pernambuco não terá eleição para governador porque o candidato da Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), foi eleito no primeiro turno com 68% dos votos válidos (a maior vitória proporcional do Brasil).

Devido ao horário de verão, o Acre passou a ter três horas a menos em relação ao horário de Brasília. Por isso, a divulgação dos números da eleição para presidente só começará às 20h (pelo horário de Brasília).

Já o resultado da eleição para governador nos 13 estados e no DF será conhecido logo após o término da votação.

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Brasília dará vitória ao PSB para governador e ao PSDB para presidente

Rodrigo Rollemberg - foto Agencia Brasil

Brasília, capital da República, deverá eleger no próximo domingo o senador Rodrigo Rollemberg (PSB) para o cargo de governador e dar a maioria de votos a Aécio Neves (PSDB) para presidente da República.

É o que revelam pesquisas do Ibope e do Datafolha divulgadas nas últimas 48h. Segundo o Ibope, Rollemberg tem 57% das intenções de votos válidos, ante 43% do candidato Jofran Frejat (PR).

Já para presidente, segundo o Datafolha, Aécio tem 62% das intenções de votos válidos, ante 38% de Dilma Rousseff (PT).

No levantamento anterior, divulgado no último dia 17, Aécio tinha 65%, ante 35% da atual presidente.

Contabilizando-se votos brancos e nulos e os eleitores que não opinaram, Aécio tem 55% e Dilma, 33%.

O Datafolha ouviu 1.212 eleitores no Distrito Federal entre os dias 22 e 23 de outubro.

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Dilma perde em Minas e São Paulo, mas lidera no Rio de Janeiro

Romário - foto Agência Brasil

De acordo com pesquisas do Datafolha, Dilma Rousseff (PT) está perdendo a eleição para Aécio Neves (PSDB) nos Estados de São Paulo e Minas Gerais, mas passou à frente do tucano no Estado do Rio de Janeiro, cujo governador e candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão (PMDB) a apoia.

Aécio recebeu o apoio do senador eleito, Romário (PSB), para quem é “hora de mudar”.

De acordo com pesquisa do Datafolha divulgada hoje (24), a presidente tem 59% das intenções de votos válidos na “Cidade Maravilhosa”, ante 41% do senador mineiro.

Incluindo-se votos brancos, nulos e eleitores indecisos, Dilma tem 52% e Aécio, 35%. Brancos e nulos somam 8% e 5% não souberam responder.

O Datafolha ouviu 1.554 eleitores em 38 municípios do Estado entre os dias 22 e 23 de outubro.

Já no Rio Grande do Sul, também segundo o Datafolha, há empate técnico entre os dois candidatos. Dilma tem 51% das intenções de votos válidos, ante 49% de Aécio.

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Aécio lembra Tancredo em seu último programa de rádio

Tancredo Neves - reprodução internet

Em seu último programa de rádio, nesta sexta-feira, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, citou seu avô, Tancredo Neves, que há exatamente 30 anos liderou uma campanha pelo “Muda, Brasil”.

O candidato começou o seu programa fazendo um agradecimento especial aos eleitores que o apoiam, dizendo: “Senti na pele o entusiasmo das pessoas e, mais do que isso, um desejo enorme de libertação dos brasileiros”.

E acrescentou: “Há 30 anos, os brasileiros se uniram em torno do meu avô, o presidente Tancredo Neves, para vencer a ditadura e gritaram ‘muda Brasil’. Hoje eu repito a mesma frase, ‘muda Brasil’. Tenho absoluta convicção de que o país que você quer é o mesmo país que eu quero.
Falta muito pouco tempo para a libertação do Brasil. Vamos vencer estas eleições e dar a cada brasileiro um governo honrado, um governo decente”.

Em outra parte do programa, Aécio reprisou depoimentos em seu favor da ex-candidata Marina Silva (PSB) e da viúva Renata Campos.

“Aécio assinou publicamente compromissos com o povo brasileiro. Com esses compromissos, ele acende uma luz na campanha eleitoral”, afirmou Marina Silva.

Já o programa de Dilma Rousseff (PT) levou ao ar depoimentos da cantora Negra Li e do rapper Emicida e do ex-presidente Lula que disse o seguinte: “Vocês que ajudaram a transformar o Brasil nos últimos 12 anos sabem que os direitos e as conquistas dos trabalhadores estão agora sob ameaça. Vamos comparar o governo dos tucanos com o governo do PT”.

Ao encerrar, Dilma Rousseff declarou: “Um governo, por melhor que seja, não pode fazer tudo sozinho. A gente só muda as coisas para valer quando governo e povo se unem. Juntos, estamos criando um Brasil cada vez melhor. E juntos vamos fazer o que ainda falta ser feito para que nosso País realize seu imenso potencial social e econômico”.

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Aécio afirma que Lula está “apequenando” a própria biografia”

Lula -- Foto Ricardo Stuckert-Instituto Lula

Ao responder ontem, numa coletiva de imprensa, os ataques desferidos por Lula aos tucanos durante comício no Recife na última terça-feira, o senador e candidato a presidente, Aécio Neves (PSDB), disse que o ex-presidente da República está “apequenando” sua própria biografia.

Na ocasião, Lula comparou o PSDB aos nazistas e disse que os membros do partido são “mais intolerantes que Herodes”.

Aécio rebateu da seguinte forma: “Só quem perde com isso é ele, que apequena sua biografia com ataques torpes e absurdos como esse. O Lula não está disputando a eleição, eu ignoro (os ataques dele). Apenas lamento que um ex-presidente se permita cumprir um papel tão inexpressivo como esse que ele vem cumprindo no final dessa campanha”.

A comparação feita por Lula mereceu uma nota de repúdio do ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), descendente de judeus, segundo quem o ex-presidente da República é “canalha” e “imbecil”.