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Governador voltará ao Pajeú nesta quarta-feira

O governador Paulo Câmara visitará mais uma vez, nesta quarta-feira (1º), o Sertão do Pajeú.

A convite do prefeito José Patriota (PSB), ele vai participar da inauguração do Centro de Comercialização de Animais José Bartolomeu Genésio, em Afogados da Ingazeira, a 386 km do Recife, que está completando nesta data 106 anos de emancipação política.

O Centro fica localizado às margens da PE-320, rodovia que dá acesso ao distrito de Ibitiranga, e foi construído com recursos do FEM (Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal).

Foram investidos na obra R$ 346 mil, dos quais R$ 277,6 mil provenientes do FEM. O restante foi contrapartida do Governo Municipal.

O Centro possui currais para bovinos, caprinos e ovinos, dois restaurantes, banheiros, sala de administração e uma sala reservada para a Adagro (Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco).

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Quase pedetista, Ciro admite volta à política em 2018

Prestes a se filiar ao PDT junto com o irmão Cid e o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, o ex-ministro Ciro Gomes (PROS) admitiu nesta terça-feira (30), no Rio de Janeiro, que avalia “com carinho” a possibilidade de voltar à política em 2018.

Ciro está na iniciativa privada (Companhia Siderúrgica Nacional) e Cid voltou à Assembleia Legislativa do Ceará de onde é funcionário concursado.

Ao deixar a sede do Palácio Guanabara, onde participou de uma reunião de trabalho, Ciro não quis confirmar as conversas que teria tido com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, para negociar a troca de partido.

“Eu sou da CSN”, afirmou. Sobre o futuro político, foi ainda mais enigmático: “Olho para 2018 com muito carinho, mas nesse momento estou ocupado em trabalhar bem na CSN”.

Ciro se filiou ao PSB em 2003 mas deixou o partido em 2013 por discordar da candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República em 2014.

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Armando celebra acordo com Secretária de Comércio dos EUA

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, disse em Washington nesta terça-feira (30), durante encontro com a secretária de Comércio dos EUA, Penny Pritzker, que “a remoção de barreiras não tarifárias, no curto prazo, é um passo importante para construir um amplo acordo de comércio entre Brasil e Estados Unidos”.

Segundo o senador, que integra a comitiva da presidente Dilma Rousseff, ora em visita àquele país, “o sucesso da agenda comercial entre Brasil e Estados Unidos depende da parceria e do engajamento do setor privado dos dois países”.

O ministro pernambucano participou da abertura da terceira cúpula empresarial Brasil-Estados Unidos e faz parte da mesa dos trabalhos juntamente com Penny Pritzker, o vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Tigre e Myron Brillant, presidente da Câmara de Comércio dos Estados Unidos. O evento teve a participação de 390 empresários norte-americanos e brasileiros.

Já a presidente Dilma Rousseff, em coletiva de imprensa na Casa Branca ao lado do presidente Barak Obama, criticou o “vazamento seletivo” das delações premiadas do “caso Petrobras” e defendeu o direito de defesa para as pessoas que foram citadas no depoimento de Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC.

Ela própria foi citada pelo empresário como tendo recebido R$ 7,5 milhões da empresa dele para sua campanha à reeleição em 2014 através do tesoureiro do PT.

Em resposta, disse que não tem “respeito” por delator, embora a delação premiada conste da Lei Anticorrupção aprovada pelo Congresso e sancionada por ela em 2014.

Sobre o fato de os ministros Edinho Silva (Comunicação) e Aloízio Mercadante (Casa Civil) também estarem na lista do empreiteiro, a presidente disse o seguinte:

“Nunca demiti ou nomeei ministros pela imprensa. Vou aguardar toda a apuração dos fatos para avaliar a situação”.

Dilma declarou também que Petrobras é uma petrolífera em pleno funcionamento e que o fato de alguns funcionários terem se envolvido em atos de corrupção não pode macular a imagem da empresa, que tem 90 mil funcionários.

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Ibope divulga nesta quarta pesquisa de avaliação do governo Dilma

A Confederação Nacional da Indústria vai divulgar nesta quarta-feira (1º) a mais recente pesquisa do Ibope sobre a avaliação feita pelos brasileiros sobre o governo de Dilma Rousseff.

A pesquisa foi realizada de 18 e 21 do mês com 2.002 eleitores de 141 municípios brasileiros.

Ela será apresentada aos jornalistas, a partir das 10h da manhã, pelo gerente executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato Fonseca.

Na última pesquisa do Datafolha, divulgada em 20 de junho, 65% dos brasileiros avaliaram o governo da presidente Dilma Rousseff como “ruim” ou “péssimo” e apenas 10% responderam que o considera “bom” ou “ótimo”.

Por outro lado, 24% dos entrevistados consideraram o governo “regular” e 1% não souberam ou não quiseram responder a pesquisa.

O menor índice de aprovação de Dilma foi na região Sudeste, onde apenas 7% dos eleitores avaliam positivamente o governo dela. E o maior na região Nordeste onde 14% dos entrevistados responderam que aprovam o governo.

O Datafolha entrevistou 2.840 eleitores em 184 municípios de 24 estados.

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Lula diz na casa de Renan que não concorda com o fim da reeleição

Durante café da manhã, nesta terça-feira (30), na residência oficial do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do qual também participou o ex-senador José Sarney (PMDB-AP), o ex-presidente Lula declarou que não acha “oportuno” o fim da reeleição para ocupantes de cargos executivos.

Uma PEC neste sentido já foi aprovada pela Câmara Federal, mas ainda precisa passar pelo Senado para poder virar lei.

Segundo Renan, “foi uma conversa boa, ele (Lula) definitivamente veio em missão de paz, conversou bastante e defendeu pontos de vista com relação à reforma política. Foi uma conversa bastante produtiva”.

Disse ainda o senador que Lula entende que o mandato de quatro anos é “muito curto” para um presidente da República e que também tem simpatia pelo mandato de cinco, sem direito à reeleição, mas acha difícil os senadores aprovarem o texto oriundo da Câmara.

A Câmara aprovou mandato de cinco anos para todos os eleitos, de vereador a presidente da República, mas a matéria ainda precisa ser aprovada pelo Senado, o que dificilmente ocorrerá porque a maioria dos senadores não concorda com as “regras de transição” que deixaria uns com 8 anos de mandato, outros com 9 e um terceiro grupo com cinco.

Pelas regras aprovadas, deputados, governadores e presidente da República eleitos em 2018 ainda teriam quatro anos de mandato. Já os senadores teriam mandato de nove anos. Os cinco anos para todos só passariam a valer a partir de 2027.

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Reduzir (a maioridade penal) não é a solução

*Raissa Vasconcellos

Voltou à tona nas últimas semanas, por conta das votações no Congresso Federal, a discussão em torno da redução da maioridade penal (de 18 para 16 anos). Nenhuma surpresa, pois se trata de mais um elemento do atual cenário de avanço da pauta conservadora (do Congresso Nacional).

Não há outra explicação. O que temos hoje é um assanhamento de setores conservadores e retrógrados que, não satisfeitos em avançar contra direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, querem também pôr a nossa juventude na prisão.

E, para isso, se aproveitam da falsa ideia de que encher as prisões de gente (jovem) irá trazer alguma segurança para a sociedade (brasileira). Mas será que esta é a solução?

Quem parou para analisar com fatos e dados concretos se tal medida ajuda ou não no combate à violência e para a construção de um futuro melhor para os nossos jovens?

Segundo dados da Secretaria Nacional de Juventude, o Brasil possui hoje a quarta população carcerária do mundo e o número de presos cresceu 77% desde 2005. Será mesmo que a população se sente mais segura com isso? Esses números talvez provem que o encarceramento não resolve o problema da violência (em nosso país).

Quanto aos adolescentes em conflito com a lei, no Brasil, estudo recente do IPEA mostra que entre os jovens com idade entre 16 e 18 anos, privados de liberdade, mais de 60% eram negros, 51% não frequentavam a escola, 49% não trabalhavam quando cometeram o delito e 66% viviam em famílias consideradas extremamente pobres.

Então eu volto a perguntar: a prisão é a solução para a violência ou faz mais sentido investir ainda mais em educação, trabalho digno e inclusão social? Para mim parece claro, mais uma vez, que vale a pena investir na educação da juventude brasileira.

Vale lembrar que a legislação brasileira já prevê meios de punição para o jovem infrator, com medidas que vão da prestação de serviço à comunidade e reparação de danos, a medidas socioeducativas em meio fechado, com internação provisória, quando necessário a partir da gravidade das ações.

Portanto, a impunidade do adolescente é um mito, compartilhado por muitos e atestado pelo próprio IPEA, mas sem uma base concreta de realidade.

Este é um debate mais complexo e que exige, certamente, uma boa dose de estudos e análises. Nestas poucas linhas são trazidas apenas algumas observações. Mas está claro que é um assunto que não deve ser tratado de maneira intempestiva. Parece claro sambem que soluções definitivas passam por forte investimento em educação e pela abertura de oportunidades e qualificação profissional para a juventude brasileira. Este sim é um desafio não só de um governo, mas de toda uma nação, para a garantia de um melhor futuro para todos, sobretudo para nossa juventude.

*Raissa Vasconcellos é estudante da Univasf e presidente do Conselho Municipal de Juventude de Petrolina.

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Comissão do Pacto Federativo vai analisar relatório de Fernando Bezerra

A comissão especial do Senado que avalia a revisão do Pacto Federativo vai se reunir nesta quarta-feira (1º), às 14h30, para analisar o parecer do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) que consolida alguns projetos prioritários para os estados e municípios que não implicam aumento de despesas.

A comissão analisará também um requerimento de autoria do senador pernambucano propondo a realização de uma audiência pública com o ministro do Planejamento, Nélson Barbosa e a economista Tânia Bacelar (PE).

Segundo ele, tanto o ministro como a economista acompanharam no governo Lula a construção da Política Nacional de Desenvolvimento Regional e podem esclarecer dúvidas dos senadores sobre essa questão.

Consolidar e pôr em votação todos os projetos de interesse de estados e municípios é um compromisso que foi assumido pelo presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), após promover reuniões separadas com governadores e prefeitos de grandes cidades, entre os quais Geraldo Júlio (Recife).

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Luciana Santos receberá cumprimentos nesta 4ª feira por ter assumido a direção do PCdoB

A deputada Luciana Santos (PE) vai receber cumprimentos nesta quarta-feira (1º de julho), a partir das 15h, no salão nobre da Câmara Federal, por ter assumido recentemente a presidência do PCdoB (Partido Comunista do Brasil).

Ela assumiu o cargo em São Paulo, no encerramento da 10ª Conferência Nacional do Partido, e na semana seguinte foi homenageada no Recife por companheiros de legenda e o seu antecessor no cargo, Renato Rabelo, que passou 13 anos no comando.

Esta é a primeira vez que uma mulher assume a presidência nacional do PCdoB em seus 93 anos de história.

Por esse motivo, o PCdoB convidou para o ato de hoje deputados federais e senadores, ministros de estado, dirigentes de estatais e diversos diplomatas estrangeiros.

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PSB, PPS e PV promovem a 4ª reunião do “Diálogo Brasil”

As Fundações João Mangabeira (PSB), Astrojildo Pereira (PPS) e Herbert Daniel (PV) vão promover no próximo dia 3 no Hotel Golden Tulip, no Recife, a 4ª reunião do “Diálogo Brasil” no sentido de auscultar o povo brasileiro sobre os seus principais problemas..

A direção das três Fundações já promoveu esse mesmo evento no Centro-Oeste, no Sudeste e no Sul e agora o promoverá na região Nordeste. O governador Paulo Câmara e o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, já confirmaram presença no evento.

O tema escolhido para esta região foi “Desenvolvimento Regional e o Pacto Federativo”. O evento será transmitido ao vivo pelo site www.tvjoaomangabeira.org.br.

A economista Tânia Bacelar, que foi secretária de Planejamento e Fazenda do governo Miguel Arraes, vai conduzir o debate, do qual participarão o economista e professor Jair Amaral (UFCE), o ex-deputado Maurício Rands (PSB) e o economista e diretor da Fundação Getúlio Vargas, Carlos Augusto Costa.

O governador Paulo Câmara e o prefeito de Recife, Geraldo Júlio, confirmaram presença no evento, que terá como mediador o presidente da Fundação João Mangabeira e ex-governador do Espírito Santo, Renato Casagrande.

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Prefeito do Recife no “Ponto a Ponto” da Band News

O prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), é o entrevistado desta semana do programa “Ponto a Ponto” da Band News que vai ao ar nesta quinta-feira, às 22h, com reprise no sábado e no domingo.

Ele deu a entrevista ao sociólogo Antônio Lavareda e à jornalista Mônica Bergamo, que são os âncoras do programa.

O tema central da entrevista foi “Políticas Públicas”, a partir de uma pesquisa da CNI-Ibope segundo a qual os principais problemas das capitais brasileiras são saúde (43%), segurança pública (39%), educação (28%), calçamento de ruas (17%) e geração de empregos (12%).

O prefeito afirma na entrevista, que já foi gravada, que para resolver esses problemas é necessária a revisão do Pacto Federativo.

Segundo ele, prefeito para fazer uma creche, um posto de saúde, uma praça, ou calçar uma rua de 200 metros, “só faz se for com recursos de Brasília”.

O prefeito disse também que a União deveria cuidar apenas dos problemas nacionais, deixando os problemas regionais com os estados e os problemas municipais com os municípios, redefinindo o bolo tributário.

Ele declarou-se favorável ao fim da reeleição, com mandato de cinco anos, para ocupantes de cargos executivos, tal qual já foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

“Cinco anos de mandato são suficientes para a execução de um programa de governo. Um pensamento estratégico de longo prazo e mandatos de cinco anos seria o melhor modelo para o país”, disse ele.

Bom lembrar que mesmo que o Senado confirme o fim da reeleição, Geraldo Júlio vai poder disputar um novo mandato em 2016 porque a vedação atingirá apenas os prefeitos eleitos em 2020.