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Líder do PSB na Câmara desautoriza o vice-presidente nacional do partido

Com o aval do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, o líder da bancada do partido na Câmara Federal, Beto Albuquerque (RS), desautorizou o vice-presidente nacional do partido, Roberto Amaral, que participou de uma reunião com as cúpulas do PT, PDT e PCdoB, na última sexta-feira, e saiu de lá dizendo que iria apoiar a proposta de reforma política da presidente Dilma Rousseff.

“O PSB não vai se agarrar a frente alguma. Vamos defender na reforma política as nossas próprias posições”, garantiu o líder da bancada à “Folha de São Paulo”.

Na reunião de sexta, Amaral, Rui Falcão (PT), Carlos Lupi (PDT) e Renato Rebelo (PCdoB) combinaram que passariam a defender em seus partidos o financiamento público das campanhas eleitorais e o voto em lista pré-ordenada.

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Resultado da pesquisa do Datafolha surpreende a cúpula do PT

A pesquisa que o Datafolha divulgou ontem (29) sobre a avaliação do governo Dilma Rousseff deixou os petistas em estado de choque.

De acordo com o levantamento, no espaço de apenas três semanas a popularidade da presidente Dilma Rousseff caiu 27 pontos percentuais.

Três semanas atrás, 57% dos brasileiros consideravam o governo da presidente ótimo ou bom. Hoje, só 30% da população aprova o atual governo.

Já o percentual de entrevistados que consideram o governo ruim ou péssimo saltou de 9% para 25% no mesmo período.

O Datafolha ouviu 4.717 pessoas em 196 municípios brasileiros sexta e sábado da semana passada.

A queda de popularidade coincidiu com as manifestações de rua que estão ocorrendo no país inteiro por serviços públicos de qualidade.

Neste domingo, inclusive, realizou-se outra grande manifestação, no Recife, na Avenida Boa Viagem, principal cartão postal da cidade, mas sem a presença de políticos e se bandeiras de partidos.

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Dilma vai receber a oposição nesta segunda-feira

A presidente Dilma Rousseff vai receber nesta segunda-feira os principais líderes políticos da oposição a fim de debater com elas a reforma política que pretende propor por intermédio de um plebiscito.

Foram convidados para irem ao Palácio do Planalto o senador Aécio Neves (presidente nacional do PSDB), o senador José Agripino (presidente nacional do DEM) e o deputado Roberto Freire (presidente nacional do PPS).

Este último chegou a dizer em coletiva de imprensa, em Brasília, que a pauta do povo no momento, não é a reforma política, e a sim a corrupção e a falta de transparência na gestão pública, algo que o governo federal se recusa a debater.

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Pedro Eugênio desiste da reeleição à presidência do PT e diz ser difícil encontrar alguém que una o partido

O deputado federal Pedro Eugênio não disputará a reeleição para o cargo de presidente regional do PT em novembro próximo.

Foi o que ele próprio declarou neste domingo em entrevista ao jornal Folha de Pernambuco.

Ele diz que tem outras tarefas importantes para cumprir, como a coordenação da bancada nordestina na Câmara Federal, e que já deu sua contribuição ao partido nesse particular.

No entanto, acrescentou, não “visualiza” um nome, no momento, em condições de unir o partido, e cita entre os que foram colocados até agora os seguintes: Cláudio Ferreira (advogado), Jurandir Liberal (vereador), Isaltino Nascimento (deputado estadual), Jairo Brito (vereador), Fernando Ferro (deputado federal), Gilson Guimarães e Oscar Barreto (presidente do PMDB do Recife).

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Presidente do PT de Paulista contesta o deputado Sérgio Leite

Em resposta à afirmação do deputado Sérgio Leite (PT) segundo a qual o PT do município de Paulista está oficialmente na oposição ao prefeito Júnior Matuto (PSB) e tem 30 dias de prazo para devolver os cargos que ocupa na administração municipal, o presidente Wladimir Quirino enviou ao Blog a nota a seguir:

Caro Inaldo, envio essa nota esclarecedora sobre o que ocorreu no PT paulista. Aproveito para esclarecer que o post publicado em seu blog contém um equivoco (provavelmente repassado pela turma do Deputado Sérgio Leite).

O Diretório Regional não tem posição sobre Paulista. Prevalece a decisão tomada, nas duas instâncias do PT-Paulista, de compor o governo. Ou seja do Diretório Municipal.

Nós, dirigentes do PT, membros do Diretório Municipal do Paulista, vimos por meio desta nota esclarecer que:

1- O que está sendo divulgado não corresponde às deliberações tomadas em instâncias do PT municipal, estadual e nacional. Trata-se de um posicionamento inócuo, sem legitimidade política e estatutária.

2- Qualquer questionamento, do que já foi devidamente decidido no Diretório Municipal, só poderá ser direcionado à instância estadual.

3- Lembramos que a decisão de aceitar o convite, de compor o governo municipal, foi tomada da seguinte forma:

– No dia 15 de abril de 2013, a executiva municipal do PT decidiu, por 9 votos a 2, aceitar o convite de participar do governo municipal.
– No dia 27 de abril de 2013, por 22 votos, o Diretório Municipal do Paulista respaldou o posicionamento da executiva municipal.

Portanto,  a nota divulgada, como se fosse do Diretório Municipal, é uma tentativa, desconectada da realidade, de confundir a opinião pública. O PSB é um importante aliado nacional que vem contribuindo, em diversas frentes, na transformação de um Brasil melhor.

Assim como o Partido dos Trabalhadores colabora em Pernambuco, no conjunto partidário, na Assembleia Legislativa, no executivo estadual, com o PSB.

Subscrevem:
Vereador Aluizio Camilo
Vereador Fábio Barros
Jaime Fonseca
Gilson Guimarães
Ceci Alencar
Euronildes Alves
Edison Marcolino
Rinaldo Oliveira
Marcos Rosa
Márcia Rosa
Mirian José
Valdir Leão
Aronildes Gomes
Rosaly Menezes
Thaís Menezes
Gean Carlo

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Coisa de pobre!

Por: *Ivan Rodrigues

Tenho refletido muito acerca dos movimentos que, em boa hora, tomaram conta do Brasil, para perplexidade de muitos e, sobretudo, para incomodar alguns segmentos que desfrutam dos defeitos e dos vícios da nossa sociedade para se locupletarem.

Esses segmentos foram exatamente os mais surpreendidos pelo vulto dos movimentos de que não se apercebiam, na convicção de que o nosso povo permaneceria sempre apático e indiferente aos males que o afligem. Preocupava-me com a ausência de lideranças e de focos que pudessem conduzir com segurança os movimentos, porém apaziguava-me a expectativa de que a própria dinâmica do processo se encarregaria disso.

Ao que parece o desenvolvimento dos fatos confirmam a nossa expectativa. Sem recorrer a pernósticas elocubrações pseudo-científicas, cristalizam-se as lideranças e os focos começam a se depurar.

Destacam-se, entretanto, alguns sentimentos e convicções acerca das desigualdades notórias da sociedade brasileira no transporte coletivo – poderão ser um dos focos convergentes dos movimentos – que a classe dirigente necessita considerar COM URGÊNCIA, sob pena de ser tragada pelos seus efeitos e deve ser motivo de sérias reflexões. Longe de mim buscar interpretações sócio-culturais-sociológicas-psicanalíticas-econômicas-políticas para o fenômeno, pois já tem gente demais buscando explicações para o inusitado processo e, sem falsa modéstia, não tenho capacidade para tanto. Tentaremos destacar, apenas, algumas dessas incompreensíveis desigualdades, sem apelo demagógico ou mesmo ideológico e sem qualquer nuance científica. Simples constatação:

1- Nos casos de transporte individual (automóvel) há uma preocupação enorme com a segurança dos seus condutores e passageiros, tanto que a lei exige (e é um dos poucos casos em que a fiscalização é rigorosíssima) o uso indistinto de cintos de segurança por todos os usuários. Certo?  Não, errado! Por que nos transportes coletivos em que se amontoa uma centena de pessoas sentadas e em pé não existe essa exigência, pelo simples fato de que tal exigência impediria a permanência de passageiros em pé, contrariando a receita dobrada garantida pela super-lotação. Pergunta-se então: a) os usuários dos transportes coletivos são cidadãos de segunda classe? b) Por que a segurança deles não recebe a mesma preocupação que a dos afortunados usuários de automóveis? c) Por que a lei não protege, com os mesmos critérios, a integridade física de todos os usuários de transporte independentemente de suas capacidades financeiras e do veículo utilizado? d) A vida do usuário de ônibus, trens e metrôs tem menor importância que a dos privilegiados usuários de automóveis ? e) O usuário de transporte coletivo, por ser mais carente, é penalizado duas vezes: por ser pobre e obrigado a sujeitar-se ao desconforto dos ônibus e também na desconsideração que recebe quando desvalido ou morto ? f) Como exigir-se de um trabalhador boa prestação de serviços, após sujeitá-lo a duas ou três horas de viagem cansativa, desconfortável, insegura, insalubre, infecta e imunda para se permitir chegar ao local de trabalho? g) Porque não se cria, ao menos, um seguro prático, eficiente e sem burocracias para que o acidentado, ou sua família se for o caso, tenha uma compensação pelo sinistro? h) Todo mundo está farto de saber que não existe solução para a mobilidade urbana que não seja através da melhoria dos transportes coletivos e porque não se faz nada, absolutamente nada, para agilizar o transporte coletivo de forma a atrair o usuário do transporte unitário e, por consequência, servir melhor ao sempre carente usuário do transporte coletivo? Só porque é COISA DE POBRE?

2 – Do mesmo modo, como se explica o tratamento dado aos pedestres que, por força de sua necessitada mobilidade, precisam atravessar as vias expressas duplicadas ou não que estão sendo construídas em toda a Nação. Todos os dias os meios de comunicação noticiam os atropelamentos, mortes e acidentes de todos os tipos, decorrentes da ausência de uma alternativa segura para a travessia de pedestres nestas estradas. O investimento na construção das estradas é altíssimo e não existe a menor consideração de custos quando se destinam à construção de rótulas, inserções, trevos, viadutos e túneis para garantir a circulação tranquila dos veículos. Mas esse é o mesmo tratamento dedicado para assegurar a travessia de pedestres com segurança. Certo ? Não, errado!

Por que somente depois de mortes registradas de pedestres e da notícia da população desesperada tocando fogo em pneus para impedir o trânsito dos automóveis (incômodo para os afortunados proprietários dos veículos unitários) e reclamando ingenuamente pela construção das famigeradas passarelas como única alternativa que lhes resta, procuram-se os paliativos para acalmar a população desesperada. Essas passarelas obedecem à uma lógica perversa, na medida em que  exigem do pedestre um esforço exagerado para subir as intermináveis escadarias ou rampas, quando não se exige nada dos veículos que têm tração motora e poderiam ultrapassar rampas adequadas e suaves sem o menor esforço dos seus condutores, de que temos o exemplo singular na travessia de Bonança, na BR-232. Os pedestres atravessariam a rés do chão e os veículos fariam uma pequena aceleração para vencer as lombadas protetoras dos pedestres.

Todo mundo está farto de saber que a lógica de construção das passarelas ingenuamente solicitadas pelos pedestres sofredores, além de perversa é DESUMANA na medida em que é simplesmente inacessível aos mais necessitados como os deficientes, gestantes, idosos, cadeirantes, etc. que, por falta de alternativas, são compulsoriamente obrigados a cruzar as pistas “atropelando” os veículos em trânsito.

Pergunta-se, então: a) para garantir-se o direito de circulação dos pedestres é indispensável sacrificá-los com esforços que são de incapazes de executar ? b) é justo obrigar os mais necessitados e vulneráveis por falta de condições físicas para utilizar as famigeradas passarelas, a atravessar as pistas “atropelando” os veículos com elevado risco de morte?  c) será que os pedestres tidos como inválidos são cidadãos de enésima categoria e não merecem a proteção do Poder Público? d) por que se exige do pedestre esforço sobre-humano para atravessar as pistas numa altura superior a cinco metros (limites de segurança dos veículos de carga!) quando, ao inverso, se exigiria dos veículos tracionados por motores apenas pouco mais de dois metros para proteger a travessia das pessoas à rés-do-chão? e) por que todo projeto de implantação de estradas considera, desde logo, a construção de rótulas, anéis de retornos, trevos, viadutos, etc. para garantir a rápida movimentação dos veículos e não antecipam as pequenas  lombadas que permitiriam os pedestres cruzar as estradas em segurança e sem maiores esforços? f) por que as despesas são irrelevantes quando se trata de agilizar as manobras e o tráfego de veículos automotores e insuportáveis quando reclamam igual tratamento e simples providências bem mais baratas para facilitar a movimentação dos pedestres? Só por que é COISA DE POBRE?

Enfim, são inocentes perguntas a exemplo da ingenuidade de Mané Garrincha na Copa do Mundo, quando perguntou: Já combinaram com os russos? Do mesmo modo pergunta-se: Combinaram com a imensa maioria do povo brasileiro que depende do uso dos transportes coletivos, o tratamento que lhe é dispensado tão injusto, desigual e infamante.

Para arrematar, não posso deixar em branco a inquietação do povo da minha terra – a minha querida Garanhuns – diante da insistência dos “técnicos” em jogar a duplicação da BR-432 para ultrapassar a cidade no traçado urbano atual: Será que só irão sensibilizar-se quando começarem a acontecer as primeiras mortes e aí vão querer resolver o problema com a construção das malditas Passarelas? Com a palavra as lideranças “muchileiras” de Garanhuns!

*Ivan Rodrigues é adjunto da Secretaria de Articulação Social, fundador do PSB de Pernambuco e “arraesista” roxo.

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1964: Golpe ou Revolução?

Por: *Marcelo Santa Cruz

Para alguns, foi uma revolução, apelidada, inclusive, de “redentora” sob o pretexto de ter “livrado o Brasil do comunismo”. Para muitos, como o historiador Caio Prado Junior, entre diversos outros estudiosos e analistas políticos, não passou de um golpe que pôs abaixo o regime democrático então vigente e implantou uma ditadura que infelicitaria por duas décadas a nação brasileira.

Para uns, o movimento foi deflagrado no dia 31 de março de 1964, em Minas Gerais, sob o comando do general Mourão Filho. Para outros, a data real do seu início foi o 1º de abril, dia internacional da mentira. O movimento foi então antecipado propositalmente para evitar o ridículo mais adiante.

Quase meio século depois, várias certezas estão consolidadas. Não há como negar que a democracia foi golpeada. Que os direitos humanos foram suprimidos no País. Que o medo provocado pelo terrorismo de estado foi por muito tempo, a dura realidade cotidiana do povo brasileiro. Mas a discussão continua. Alegam, agora, os defensores daquele movimento, que ele teria sido deflagrado pelos militares atendendo aos apelos de amplos setores da sociedade civil, compreendendo igrejas, inclusive a Católica, empresários, donas de casas e sindicatos. Ou seja, que foi uma ação civil-militar.

Ora, certamente houve muitos civis que apoiaram o regime ditatorial, oportunisticamente, depois que ele foi implantado, e até alguns que o incentivaram, previamente. Mas o golpe foi claramente gestado nos quartéis e executado pelos homens de farda, monitorados pelos Estados Unidos da América – EUA. Por trás dessa insinuação esconde-se o desejo de mitigar a responsabilidade dos militares – não de todos eles, naturalmente, mas dos que mancharam suas fardas e a história de suas corporações com o sangue dos torturados e dos desaparecidos, dos mortos até hoje sem sepultura. Uma responsabilidade que não pode e não deve ser negada.

Em 1964, houve, sim, um golpe deflagrado pelos militares, iniciado no dia 1º de abril. Sou testemunha disso. Naquele dia, eu, estudante secundarista, encontrava-me ao lado dos meus colegas e dos universitários, e de trabalhadores e de homens e mulheres do povo, marchando em passeata pelas ruas do Recife. Protestávamos indignados – mas pacificamente – contra o que se anunciava, e levávamos nossa solidariedade ao governador Miguel Arraes, legitimamente eleito pelos pernambucanos.

As horas se passavam rapidamente, com a cidade mergulhada num clima tenso de indignação e revolta, até que, por volta das dezesseis horas, na Avenida Dantas Barreto, quase em frente a antigo prédio da Sudene, posteriormente do INPS, os manifestantes – em passeata pacífica, eu insisto – fomos metralhados pelo Exército Brasileiro. Vi tombar perto de mim os primeiros mártires da ditadura, Jonas José de Albuquerque Barros e Ivan da Rocha Aguiar. Dois jovens idealistas, mal saídos da adolescência, que tiveram seus sonhos e suas vidas interrompidos de maneira abrupta pelas armas de uma tropa que deveria defendê-los.

A partir daí assumi, pessoalmente, o compromisso de colocar a defesa e a promoção dos direitos humanos como uma questão inegociável de minha vida e uma condição essencial da democracia que haveríamos de reconquistar. Não sabia que a caminhada seria tão longa e penosa e que muitos valorosos e queridos companheiros ficariam pelo caminho.

Nesse trajeto, descobri que a democracia é um processo. Jamais Será uma obra perfeita e acabada, sempre haverá algo por fazer. Também aprendi que sem o esclarecimento da verdade não haverá justiça, e sem a preservação da memória as futuras gerações correrão perigo, pois o preço da liberdade é, de fato, a eterna vigilância.

*Marcelo Santa Cruz é advogado, vereador e presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Olinda.

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Vereador cobra a presença dos políticos nas manifestações de rua

O vereador de Olinda, Arlindo Siqueira (PSL), que no último dia 20 de junho participou de uma manifestação pelas ruas de Olinda a favor de reformas no país e por mais transparência na gestão do prefeito Renildo Calheiros (PCdoB), diz não entender o “comodismo” dos políticos em relação aos protestos que continuam ocorrendo no país.

“Os vereadores deveriam tomar partido nesses movimentos e mostrar de que lado estão”, disse no encerramento do congresso da UVP (União dos Vereadores de Pernambuco) na cidade de Caruaru, sábado passado.

Segundo ele, os vereadores não podem se omitir, deixando de ir às ruas para reivindicar mudanças junto com a população.

Esse não é momento de calar, de se esconder ou ficar no anonimato. Esta é a hora de colocarmos a cara nas ruas, de mostrarmos que temos compromissos e que estamos sintonizados com as causas do povo”, acrescentou.

Na Câmara de Olinda, Arlindo Siqueira é o único vereador que faz oposição ao governo municipal.

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Prefeito vai dar três entrevistas sobre os seus seis meses de governo

O prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), tem três entrevistas agendadas para esta segunda-feira a fim de fazer uma prestação de contas sobre os seus primeiros seis meses de governo.

7h – Entrevista ao Programa TV Jornal MaisLocal: TV Jornal

12h – Entrevista ao NE TV – 1ª EdiçãoLocal: TV Globo

15h – Entrevista ao Programa CBN TotalLocal: Rádio CBN

Além disso, vai anunciar às 10 horas da manhã a liberação de R$20 milhões para implantação e recuperação de 140 quilômetros de calçadas e a construção de 1.000 rampas de acessibilidade.

As obras serão realizadas nas Avenidas Dantas Barreto, Conde da Boa Vista, Caxangá, Norte e Domingos Ferreira e nas Ruas Real da Torre, Sete de Setembro, Barão de Souza Leão e Estrada de Belém.

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Tucano destina emenda parlamentar para “engorda” das praias de Jaboatão

A assessoria do deputado Sérgio Guerra (PSDB) informou neste domingo que ele destinou parte de suas emendas parlamentares para a “engorda” das praias de Jaboatão, atendendo a uma solicitação do prefeito Elias Gomes (PSDB).

“Junto com o Ministério da Integração, o parlamentar destinou um percentual de suas emendas (para as obras de dragagem), o que vai contribuir para os 35 metros de largura na faixa litorânea dos 5,3 quilômetros que compreendem as praias de Barra de Jangada, Candeias e Piedade”, disse a nota da assessoria.

Ela informa também que Sérgio Guerra destinou uma das emendas a que tinha direito para a duplicação da BR-408 (entre Recife e Carpina), obra que se encontra bastante atrasada, apesar de ser estratégica para a Copa do Mundo em 2014.

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