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Luciana “bota a cara” em defesa de Dilma no feriado de 1º de maio

Luciana Santos - divulgação

A deputada federal Luciana Santos (PCdoB) participou neste domingo (1º), no Recife, ao lado do senador Humberto Costa (PT) e de outras lideranças governistas, de um ato em defesa do mandato da presidente Dilma Rousseff.

Intitulado “Marcha popular – 1º de Maio – contra o golpe, em defesa da democracia e dos direitos sociais”, o ato reuniu centenas de pessoas na Praça do Derby. Em seguida eles saíram em passeata em direção ao Marco Zero.

Luciana é pré-candidata a prefeita de Olinda nas próximas eleições e está convencida de que o apoio a Dilma não vai lhe tirar um voto na campanha eleitoral.

Já seu companheiro de partido, Luciano Siqueira, vice-prefeito do Recife, está começando a ficar incomodado com as críticas do advogado e também pré-candidato Antônio Campos (PSB) ao prefeito Renildo Calheiros (PCdoB).

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ICMS de Pernambuco cai 2,2% no 1º trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2015

Márcio Stefanni - foto Sefaz-PE

De janeiro a março deste ano, a arrecadação do ICMS caiu 2,2% em Pernambuco em comparação com o primeiro trimestre de 2015, que já foi menor em relação ao primeiro trimestre de 2014.

Foi o que declarou em coletiva de imprensa neste sábado (30) o secretário estadual da Fazenda, Márcio Stefanni, ao fazer um resumo da reunião do governador Paulo Câmara com todo o secretariado para avaliar os efeitos da crise no Estado de Pernambuco.

Segundo ele, a quota do FPE (Fundo de Participação dos Estados) de Pernambuco também caiu 2,9% nos três primeiros meses deste ano, comparativamente a igual período de 2015. A perda total foi de R$ 300 milhões.

Mesmo assim, segundo Stafanni, o governador recomendou à equipe que se continuasse dando prioridade a três áreas estratégicas: educação, saúde e segurança pública.

Ficou decidido na reunião que o Estado vai vender imóveis de que não precisa, criar uma empresa pública para recuperação de débitos e emissão de debêntures e alterar a data de pagamento dos servidores que ocupam cargos em comissão ou funções gratificadas.

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Temer está fazendo tudo certo até agora

Coluna Fogo Cruzado – 30 de abril

À exceção de setores periféricos do PSB, todos os partidos que lutaram pelo impeachment vão integrar o governo Temer

Michel Temer está fazendo tudo certo até agora nesta fase que antecede o afastamento de Dilma do governo: negociando com partidos, e não com pessoas, a composição do novo ministério. Já se encontrou com os presidentes de todos eles – à exceção, claro, dos quatro que se opõem ao impeachment (PT, PCdoB, PDT e PSOL) e as conversas foram positivas. Todos estão dispostos a colaborar com o futuro governo, que será de “salvação nacional”, à exceção de setores periféricos do PSB como o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, que entende que o partido deve ficar fora. A maior dificuldade do vice foi convencer o PSDB a integrar o seu governo porque o senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin tinham o mesmo pensamento de Geraldo Júlio: contra. FHC puxou-lhes as orelhas e os dois hoje estão a favor após terem chegado à óbvia conclusão de que quem lutou para tirar Dilma do cargo, tem obrigação de apoiar o vice.

Recusa – Temer pretende levar para o seu governo os melhores quadros dos partidos que deram apoio ao impeachment. O DEM pôs à disposição dele os deputados José Carlos Aleluia (BA) e Mendonça Filho (PE), e o PPS o senador Cristovam Buarque (DF), que recusou o Ministério da Cultura por não estar convencido de que Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade.

Rejeição – O TSE rejeitou as contas de 2010 do PMN, PRTB e PDT, o que deixará sem fundo partidário pelos próximos seis meses os presidentes Telma Ribeiro, Levy Fidélix e Carlos Lupi, respectivamente. Foram aprovadas com ressalvas as contas do PT, mas o partido terá que devolver R$ 7 milhões.

Vice – O ex-deputado Osvaldo Rabelo (PMDB), que está em campanha para a prefeitura de Goiana, garantiu ao seu grupo político que o candidato a vice de sua chapa “será indicado pelo Palácio das Princesas”.

Lucro – A “abstenção” de Sebastião Oliveira na votação do impeachment pela Câmara Federal rendeu-lhe o controle do PR em Pernambuco. Anderson Ferreira votou a favor e ficou sem o controle da legenda.

Opções – O PSB ofereceu duas opções a Temer para o ministério: o ex-governador Renato Casa Grande (ES) e o ex-deputado Beto Albuquerque (RS), que foi o vice de Marina. Fernando Filho (PE) trabalha por fora.

Acordo – O ex-deputado Carlos Lapa (PSL) está fechado com Manoel Botafogo (PDT), deputado estadual, para a prefeitura de Carpina, embora seu irmão, Joaquim (PTB), que já foi prefeito três vezes, também seja candidato. “Fiz este acordo com Botafogo e vou honrar a palavra”, garante o ex-deputado.

Herdeira – No município de Tracunhaém, Carlos Lapa desistiu de indicar a mulher, Graça (DEM), ex-prefeita, para enfrentar o prefeito Belarmino Vasquez (PSB). Lançou a filha, Regina (DEM), com apoio de Manoel Botafogo. Se filha ganhar a eleição, a irmã, Carla, tentará o retorno à Alepe em 2108.

Consulta – Antes de votar pelo impeachment de Dilma, o deputado Tadeu Alencar (PSB) consultou muitos eleitores, além de “arraesistas históricos”. Uns queriam que ele votasse contra e outros que votasse a favor. Ele ficou com a “voz das ruas” e votou pela saída da presidente. Foi, talvez, o único membro da bancada federal do PSB que teve esse cuidado: consultar “Sua Excelência”, o eleitor.

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Temer cede ao PSDB e promete acabar com a reeleição

Michel Temer - Agência Brasil

O vice-presidente Michel Temer garantiu aos líderes do PSDB que não será candidato em 2018 e que dará apoio político para acabar coma reeleição, fruto de uma PEC de 1997 de autoria do deputado Mendonça Filho (DEM-PE).

Apoiar o fim da reeleição teria sido uma das condições impostas pelo PSDB para apoiar o novo governo.

O PSDB deverá ter dois representantes no ministério de Michel Temer: o senador José Serra (Relações Exteriores) e a deputada federal Mara Gabrilli (Direitos Humanos), ambos de São Paulo.

“Eu ficaria felicíssimo se ao final de um eventual governo conseguisse colocar o país na rota do crescimento e o pacificasse, conseguindo dar uma certa harmonia na sociedade brasileira”, disse o vice-presidente.

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Fernando Bezerra Coelho vai votar a favor do impeachment pela segunda vez

Fernando Bezerra Coelho - divulgação

Dos atuais 81 senadores que vão decidir o destino da presidente Dilma Rousseff no dia 11 de maio próximo, 14 participaram das sessões do Congresso em 1992 que decidiu pelo afastamento do então presidente Fernando Collor, em 1992.

À época, apenas dois senadores ocupavam o mesmo cargo: Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) e Raimundo Lira (PMDB-PB).

Os outros 12 eram deputados federais, entre eles o pernambucano Fernando Bezerra Coelho (PSB) e o goiano Ronaldo Caiado (DEM).

Eram deputados federais em 1992 os seguintes senadores:

Aécio Neves (PSDB-MG)
Como votou: sim

Eduardo Braga (PDC-AM)
Como votou: sim

Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE)
Como votou: sim

José Maranhão (PMDB-PB)
Como votou: sim

José Serra (PSDB-SP)
Como votou: sim

Lúcia Vânia (PMDB- GO)
Como votou: sim

Paulo Bauer (PSDB-SC)
Como votou: sim

Paulo Paim (PT-RS)
Como votou: sim

Paulo Rocha (PT-PA)
Como votou: sim

Ronaldo Caiado (PFL-GO)
Como votou: não

Rose de Freitas (PSDB-ES)
Como votou: sim

Wellington Fagundes (PL-MT)
Como votou: sim.

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Kátia Abreu dá “show” no Senado em defesa de Dilma Rousseff

Senadora Kátia Abreu (DEM-TO), em discurso na tribuna do plenário do Senado Federal, dizr ser um gesto de sensibilidade do governo a edição da medida provisória que suspende o emplacamento obrigatório de tratores e demais equipamentos usados na produção agrícola (MP 646/2014).

Os ministros José Eduardo Cardozo (AGU), Nélson Barbosa (Fazenda) e Kátia Abreu (Agricultura) estiveram na comissão especial do impeachment do Senado, nesta sexta-feira (29), para fazer a defesa da presidente Dilma Rousseff.

Fizeram contraponto aos advogados Miguel Reale Júnior e Janaína Pascoal, que ontem estiveram no mesmo local para sustentar que a presidente da República cometeu crime de responsabilidade.
Janaína mostrou-se cada vez mais destemperada, desequilibrada e histriônica e várias vezes foi encurralada pelos senadores Humberto Costa (PT-PE) e Gleisi Hoffmnn (PT-PR).

“Os ministros mostraram aos senadores que não existiu nenhuma ‘pedalada’, pois tudo foi pago e corrigido depois de determinação do Tribunal de Contas da União, e que os decretos não alteraram a meta fiscal, respeitaram as leis orçamentárias e foram respaldados por diversas áreas técnicas do Governo”, disse o senador pernambucano.

Após mais de oito horas de sessão, Humberto Costa declarou que a diferença de argumentos e explicações entre os autores do pedido do impeachment e dos ministros é gritante.

“Ontem (28), nós ouvimos dois juristas renomados, ou ditos bastante preparados, que vieram aqui para fazer discurso político. Hoje, nós vimos um debate político e tão técnico e claro, que obrigou o PSDB, meio que desesperadamente, a dizer que vão ampliar o objeto da denúncia”, ressaltou.

Kátia Abreu, num “show” à parte, ao ser questionado pelo senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) por que apoiava um governo que tem o apoio do MST, respondeu:

“Se eu vou deixar ou não o governo, é questão de foro íntimo. Mas quando Vossa Excelência foi um dos 33 deputados federais que votaram contra o impeachment de Collor em 92, eu respeitei sua posição”.
Caiado, totalmente sem graça, declarou: “Eu evoluí, senadora, evoluí para melhor”.

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Jornal do Commercio do RJ fecha suas portas

Jornal do Commercio RJ

Mais um jornal impresso fechou suas portas nesta sexta-feira (29) o “Jornal do Commercio” (RJ), que integrava os Diários e Emissoras Associados. Teve o mesmo destino do “Jornal do Brasil”, que não teve como concorrer com a mídia on line e saiu de circulação.

Fundado pelo francês Pierre Plancher em 1º de outubro de 1827, o Jornal do Commercio foi comprado pelos Associados (de Assis Chateaubriand) em 1959.

O jornal era o mais antigo do Rio de Janeiro e o segundo mais antigo do Brasil, depois do Diário de Pernambuco

Na capa da edição de hoje (29), o jornal ressalta ser o veículo de comunicação há mais tempo em circulação ininterrupta no país.

“Nesses quase dois séculos foi testemunho de todos os episódios que marcaram a história”, diz o comunicado aos leitores.

O texto também lembra que o veículo sobreviveu às mais “severas e dolorosas” crises políticas da sociedade brasileira, mas que não teve êxito em superar a atual crise financeira, que classificou como a “mais dramática e mortífera já vivenciada pelo país”.

“Não foi possível suportar a tempestade dentro da qual o Brasil, ferido, se debate, e que deu seus primeiros sinais em 2014”, diz o comunicado, que também homenageia funcionários, leitores, anunciantes e fornecedores.

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Governador dá posse a 54 novos auditores fiscais

290416 - Foto Wagner Ramos-Sei

O governador Paulo Câmara empossou nesta sexta-feira (29) 59 novos auditores fiscais aprovados em concurso público para reforçar os quadros da Secretaria da Fazenda.

A solenidade ocorreu no Auditório do Brum, no Centro de Convenções de Olinda. Desse total, 50 vão exercer a função de auditor fiscal e os outros quatro de julgador administrativo tributário.

Os novos servidores foram selecionados em dois concursos públicos – 2014 e 2015. Havia exatos 20 anos que a Sefaz não realizava concurso público.

De 2014 para cá, 58 auditores solicitaram aposentadoria. Atualmente, a pasta conta com 985 servidores do perfil. “Manter os serviços funcionando é a nossa meta”, ressaltou Paulo, reforçando que a população quer ser bem atendida e ter suas questões resolvidas. “Temos que procurar fazer mais com menos, se adequando ao momento e enxugando onde for possível. Temos que fazer a máquina funcionar melhor. Além disso, temos que fortalecer o braço da arrecadação, mas com muita justiça”, sublinhou.

Segundo o secretário da Fazenda, Márcio Stefanni, o concurso se fez necessário porque nos últimos dois anos dezenas de auditores solicitaram aposentadoria.

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Sebastião “toma” o PR de Anderson Ferreira, mas mantém o apoio à candidatura dele

sebastiao_oliveira_foto_joao_bita_alepe

Como já se sabia, o deputado federal Sebastião Oliveira é o novo presidente do PR no Estado de Pernambuco.

Ele “tomou” o partido do também deputado federal Anderson Ferreira, mas mantém o apoio à candidatura do colega à prefeitura de Jaboatão dos Guararapes.

Ambos divulgaram nota conjunta nesta sexta-feira (29) dizendo o seguinte:

a)    Que Anderson se afastou da presidência para dispor de mais tempo para cuidar da candidatura;
b)     Que a prioridade do PR é lançar candidato a prefeito nas capitais e grandes colégios eleitorais do país.
c)    Que Sebastião estará em Brasília neste domingo para participar da convenção nacional do partido.

O que não foi dito por nenhum dos dois foi a verdadeira razão da “queda” de Anderson: ter votado a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, quando a orientação do partido era votar contra.

Sebastião Oliveira afastou-se da Secretaria dos Transportes para participar da votação. E, de comum acordo com a direção nacional, se absteve. Porque a abstenção foi contabilizada como apoio à presidente Dilma Rousseff.

Também fazem parte da nova comissão provisória estadual o advogado Valdemar Oliveira, irmão de Sebastião, e o deputado estadual Rogério Leão (Belmonte).

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Augusto Coutinho visita cidades do Sertão

Augusto Coutinho - foto Agência Câmara

Para lançar candidatos a prefeito em diversas cidades do Sertão, o presidente do Partido Solidariedade em Pernambuco, deputado federal Augusto Coutinho, viajou nesta sexta-feira (29) em companhia do vice, deputado estadual Alberto Feitosa (ex-PR).

A dupla passará pelos municípios de Ipubi, Salgueiro, Araripina, Ouricuri, Serra Talhada, Inajá e Jatobá.

O Solidariedade já tem aproximadamente 100 comissões provisórias no interior e sua meta nas próximas eleições é eleger pelo menos 10 prefeitos e cerca de 100 vereadores.

O Partido tem como presidente nacional o deputado federal Paulo Pereira (SP), presidente licenciado da Força Sindical e um dos líderes do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Em Recife, o SD pretende lançar cerca de 50 candidatos a vereador, entre os quais Rodrigo Coutinho, filho do presidente regional.