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O DEM segue caminhando em direção ao Governo da Bahia

Paulo Souto - foto Agência Brasil

O ex-governador Paulo Souto (DEM) está caminhando a passos largos para reconquistar o governo da Bahia nas eleições do próximo domingo. Se for eleito, será o único Estado do Brasil a ser governado pelo DEM.

Pela última pesquisa do Ibope, Souto tem 43% das intenções de voto, ante 27% de Rui Costa (PT) e 7% da senadora Lídice da Mata (PSB), que era a candidata de Eduardo Campos.

Numa simulação de segundo turno entre Paulo Souto e Rui Costa, o demista teria 46% das intenções de voto, ante 31% do petista.

Configurando-se este quadro, é provável que os eleitores do PSB migrem para o petista, já que Lídice foi eleita em 2010 na chapa encabeçada pelo atual governador Jaques Wagner (PT).

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Vice do RN aperta o presidente da Câmara Henrique Alves

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Pesquisa do Ibope divulgada nesta segunda-feira pela TV Cabugi (RN) aponta o presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves (PMDB), com 38% das intenções de voto para o Governo do Estado, ante 31% do vice-governador Robinson Faria (PSD).

Numa simulação de segundo turno, o que pode acontecer porque os candidatos dos partidos nanicos somam 5% das intenções de voto, os candidatos do PMDB e PSD teriam 40% dos votos cada um.

Na pesquisa de 15 de setembro, o deputado tinha 40% de intenções de voto e o vice-governador 31%. Os indecisos se mantiveram em 10% e os brancos e nulos foram de 14% para 15%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de setembro com 812 questionários.

Para a vaga do Senado, a disputa também está apertada. A ex-governadora Vilma Faria (PSB) e a deputada federal Fátima Bezerra (PT) têm, cada uma, 35% das intenções de voto.

O Ibope avaliou também a gestão da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Segundo a pesquisa, ela tem 69% de ruim e péssimo (recorde no Brasil), 17% de regular e 10% de bom e ótimo.

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Mesmo estando perdendo em todas as regiões, Aécio ainda crê no 2º turno

Aécio Neves - campanha - Foto Orlando Brito-Coligação Muda Brasil

O candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, disse em Belo Horizonte nesta segunda-feira que confia na possibilidade de disputar o segundo turno com a presidente Dilma Rousseff (PT), embora esteja em 3º lugar em todas as regiões do Brasil.

No Nordeste, por exemplo, embora tenha “palanques fortes” na Bahia, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, no Ceará e no Piauí, Aécio não chegou a 20% das intenções de voto em nenhum desses estados.

O candidato disse o seguinte: “Em primeiro lugar, todas as últimas pesquisas têm um traço em comum: o nosso crescimento. Recebo diariamente manifestações de vários Estados, onde há um crescimento ainda maior da nossa candidatura, que apenas em uma semana avançou oito pontos. O crescimento também acontece em Minas Gerais. Estamos fazendo tracking em outros estados e o nosso crescimento é contínuo”.

Segundo o tucano, os eleitores estão se definindo em seu favor porque não querem a continuação do PT no governo e não confiam em Marina Silva.

Suas palavras foram estas: “As pessoas estão refletindo sobre o que representa cada uma das candidaturas. E quando se elege um presidente da República está se optando por um governo. As pessoas estão percebendo, sobretudo aquelas que querem mudanças, que se cansaram de tanto desgoverno, de tanto desrespeito, que se cansaram de ver a economia brasileira cada vez crescendo menos, e a inflação cada vez crescendo mais”.

Disse também que os eleitores estão cansados de ver um Brasil como um “cemitério de obras inacabadas” e uma piora significativa nos indicadores sociais de educação e da saúde.

“Esse grande conjunto de brasileiros – são mais de 70% – começa a perceber que a mudança consistente, a mudança de valores, a mudança com qualidade, a mudança com liderança para implementar as reformas, a mudança com coragem para enfrentar os contenciosos, está simbolizada na nossa candidatura”, disse o senador mineiro.

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Dilma diz em SP que chegou a hora de “a onça beber água”

Lula - Foto-Ricardo Stuckert-Instituto Lula

Em comício na noite desta segunda-feira, em São Paulo, ao lado do ex-presidente Lula e do candidato a governador, Alexandre Padilha (PT), a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), recorreu a uma frase popular para pedir aos correligionários que intensifiquem seu trabalho de proselitismo até o dia da eleição.

A presidente disse o seguinte: “Chegou a hora de a onça beber água”.

O comício reuniu cerca de 10 mil pessoas e dele também participaram os ministros Aloízio Mercadante (Casa Civil) e Thomas Traumann (Secretaria de Comunicação) e o prefeito Fernando Haddad (PT).

Em seu discurso, Lula disse que se por acaso o PT chegar ao Governo de São Paulo (algo que nunca conseguiu) fará uma “revolução” no Estado a exemplo do que Fernando Haddad está fazendo na prefeitura.

Pela última pesquisa do Datafolha, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) tem 51% das intenções de voto, ante 9% do candidato Alexandre Padilha.

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Pesquisa da CNT/MDA aponta Dilma em tendência de alta

Pastor Everaldo - foto Agência Brasil

Pesquisa da CNT/MDA divulgada nesta segunda feira (29) aponta a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, em tendência de alta, a exemplo do que já mostraram o Ibope, o Datafolha e o Vox Populi.

Segundo o levantamento, Dilma tem 40,4% das intenções de voto, ante 25,2% de Marina Silva (PSB) e 19,8% do senador Aécio Neves (PSB).

Em relação à pesquisa anterior, Dilma cresceu 4,4 pontos percentuais e Aécio 2,2. Já Marina Silva, em tendência de queda, teve uma redução de 2,2 pontos percentuais.

Luciana Genro (PSOL) cresceu de 0,9% para 1,2% e o Pastor Everaldo (PSC) caiu de 0,8% para 0,6%.

Os outros candidatos aparecem com 0,5% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 5,9% e 6,4% não sabem ou não responderam.

Na pesquisa espontânea, Dilma subiu de 31,4% das intenções de voto para 36,7%. Já Marina teve uma queda de 0,5 ponto percentual, caindo para 22,5%.

De acordo ainda com a pesquisa, 80% dos entrevistados responderam que estão com o voto definido, ao passo que 18,5% admitem a possibilidade de mudar o voto até o dia da eleição.

Os eleitores de Dilma Rousseff são os que têm mais certeza na definição do voto: 85,9% , ante 77,8% dos eleitores de Marina e Aécio Neves.

A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 28 de setembro com 2002 eleitores. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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FHC critica Dilma durante palestra para empresários cearenses

Fernando Henrique Cardoso - Foto iFHC

Durante palestra nesta segunda-feira, em Fortaleza, para empresários cearenses, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ironizou a gestão da presidente Dilma Rousseff dizendo que “ela merece o Prêmio Nobel da Economia, pois conseguiu arrebentar tudo ao mesmo tempo”.

Aludia ao fato de na gestão de Dilma o Brasil ter registrado os seguintes fatos: inflação em alta, taxa de emprego em queda, crescimento próximo de zero, juros subindo e o dólar nas alturas.

FHC também fez críticas ao discurso da presidente na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, quarta-feira da semana passada, por ter defendido o “diálogo” com o Estado Islâmico.

“É triste quando a presidente do Brasil diz que vamos negociar com quem quer degolar”, afirmou o ex-presidente, sob aplausos de 1.200 empresários da área da construção civil.

Acompanhado pelo candidato a senador, Tasso Jereissati (PSDB-CE), FHC pediu votos para o presidenciável Aécio Neves, mas admitiu que é difícil ele chegar ao 2º turno.

O ex-presidente disse o seguinte: “Se fosse pelas qualidades dele, iria. Mas a máquina federal está muito organizada para reeleger a presidente e o apelo de Marina é forte”.

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Líder do PPS quer Palocci na CPI da Petrobras

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O líder do PPS na Câmara Federal, deputado Rubens Bueno (PR), apresentou nesta segunda-feira (29) à CPI Mista da Petrobras dois requerimentos, um pedindo a convocação do ex-ministro Antonio Palocci e outro do tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, para prestarem esclarecimentos sobre matéria publicada na última edição da revista “Veja”.

Segundo a revista, o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, contou à Polícia Federal, por meio do acordo de “delação premiada”, que Palocci lhe pediu R$ 2 milhões em 2010 para a campanha eleitoral de Dilma Rousseff. Por meio de nota, Palocci desmentiu a informação.

Em relação a Vaccari Neto, o pedido foi formulado a partir de reportagem do jornal “Folha de S. Paulo” segundo a qual o tesoureiro do PT teria negociado investimentos em fundos de pensão de estatais por meio de empresas ligadas ao doleiro Alberto Youssef.

Dilma Rousseff chamou a matéria da Veja de “factóide” dizendo que o tesoureiro de sua campanha foi o deputado federal José de Philippe (PT-SP) e que suas contas já foram aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.

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TV promove hoje à noite debate com os candidatos a governador

Márcio Bonfim - reprodução tv globo

A Rede Globo de Televisão realiza nesta terça-feira um debate político entre os três principais candidatos ao Governo de Pernambuco: Paulo Câmara (PSB), Armando Monteiro Neto (PTB) e Zé Gomes (PSOL).
Será o último debate entre os três candidatos, que já se enfrentaram anteriormente na TV Clube e na TV Tribuna.

O debate acontecerá simultaneamente em todas as capitais do país logo após a exibição do capítulo da novela “Império”. A mediação será do jornalista Márcio Bonfim.

A TV convidou apenas três dos sete candidatos porque os outros quatro pertencem a partidos que não têm representação no Congresso Nacional.

O debate, que terá apenas 1 hora de duração, será dividido em três blocos, todos com perguntas de candidato para candidato.

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Marina participa de comício no Recife ao lado da viúva Renata Campos

Renata Campos e Marina Silva - divulgação

Para impulsionar sua candidatura à Presidência da República e a de Paulo Câmara (PSB) ao Governo de Pernambuco, a ex-senadora Marina Silva (PSB) participou nesta segunda-feira, à noite, de um grande comício no Recife.

O evento se realizou ao lado do Paço Alfândega, no centro da cidade, e contou com a presença do candidato a vice, Beto Albuquerque (PSB), do prefeito Geraldo Júlio (PSB) e da viúva de Eduardo Campos, Renata, que estava acompanhada pelos filhos mais velhos.

João Henrique, o filho homem mais velho, foi uma atração à parte no comício. Além de ter feito um discurso arrumado, ele prometeu honrar o legado do pai dizendo que a bandeira dele não será hasteada “a meio pau”.

João Henrique disse o seguinte: “Eu vejo que ele (Eduardo Campos) se transformou em uma grande referência política do Brasil e é por isso que eu estou aqui: porque eu devo isso a ele e devo ao povo de Pernambuco falar dos sentimentos que ele carregava”.

Marina Silva, em seu discurso, que não conseguiu empolgar a plateia, homenageou Renata Campos definindo-a como uma “mulher forte e corajosa” que liderou junto com o marido um governo de mudanças em Pernambuco e iria fazer o mesmo em relação ao Brasil.

Em coletiva de imprensa, a candidata do PSB criticou seus adversários Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) por não terem apresentado um programa de governo.

Disse ela: “Ninguém pode disputar a presidência de um país como o nosso sem apresentar um programa, ou apresentá-lo faltando cinco dias, seis dias para a eleição. Isso é um desrespeito com os brasileiros. É esse tipo de postura que vai fazer com que a sociedade brasileira faça mudança. Nós estamos tranquilos. A sociedade brasileira quer recuperar a confiança de que as coisas vão funcionar com honestidade e com competência”.

Antes do Recife, Marina fez campanha em Caruaru com o candidato do partido a governador, Paulo Câmara.

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Ministro do STF dá uma sobrevida aos acusados de matarem Rubens Paiva

Teori Zavascki - foto Agencia Brasil

O ministro do STF, Teori Zavascki, suspendeu nesta segunda-feira (29) as ações penais contra cinco militares do Exército acusados pela tortura, morte e ocultação de cadáver do ex-deputado federal Rubens Paiva, assassinado em 1971, no Rio de Janeiro, durante a ditadura militar

Paralelamente a isto, o ministro suspendeu também as audiências dos réus que estavam marcadas para os dias 7, 8 e 9 de outubro na Justiça Federal do Rio de Janeiro.

Os advogados dos acusados recorreram ao STF contra decisão Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que havia rejeitado o pedido pelo trancamento da ação penal.

Eles alegaram que os militares não podem ser mais punidos por este crime porque ele está acobertado pela Lei da Anistia (1979), que beneficiou os dois lados: torturadores e a esquerda armada.

Segundo denúncia do Ministério Público Federal, os militares acusados pela morte de Rubens Paiva são José Antônio Nogueira Belham, Rubens Paim Sampaio, Raymundo Ronaldo Campos, Jurandyr Ochsendorf e Jacy Ochsendorf.